Minha família nunca foi um porto-seguro para mim, mas, de uns tempos para cá, essa imagem de amparo e consolo tem se tornado cada vez mais distante. Eu sempre fui meu próprio amparo e isso cansa. Há momentos em que o que a gente mais quer é um colo de mãe, de amigo, de namorado, enfim, de alguém que goste da gente de verdade. Por enquanto eu ando meio órfã desse acalento, mas, acredito que hão de me adotar, um dia.
Passei as férias com visita, viajei para a praia, para o sítio, para Natal e ainda passei vários dias em casa. Agora, estou cuidando da mudança para o novo apartamento na capital, que dividirei com mais 3 meninas - já me sinto num livro/filme/série americana.
As coisas com o serumano afundaram de vez. Depois de uma conversa ainda no ano passado, resolvemos nos afastar, mas com o distanciamento das férias (e a outra no Canadá - não é Luiza), ele ficou sentiu saudade (carência) e me mandou uma mensagem toda fofa, fazendo o minha muralha desmoronar (filho da puta do caralho, né? Eu também acho). Agora, a outra voltou, eles já se entenderam, eu volto para detrás da minha muralha em reconstrução e ficamos todos felizes para sempre - ou não.
Como se não bastassem todas as amostras que esse ano deu sobre ser uma bosta, eu não estou conseguindo me matricular em álgebra (a disciplina que reprovei semestre passado) por um erro do sistema. Eu e outros colegas estamos há dias falando com o professor para que o problema seja resolvido, mas, até agora, nada. O aperreio maior se deve ao fato de que as matrículas foram encerradas ontem, então, não há muita esperança de conseguir resolver a questão.
Como não há só coisas ruins, caso contrário eu já teria me matado, encontrei um apartamento lindinho, bem perto da UFRN e num preço ótimo, além disso, as disciplinas deste semestre parecem bem melhores e ainda tem o trote, a recepção dos calouros e a calourada pra galere se divertir.
Enfim, não tive muita paciência pra escrever aqui durante muito tempo, então, dei uma atualizada nas coisas.