Como boa estudante de engenharia que sou, cá estou em recuperação em cálculo mais este semestre. Atingi munha meta de estudo do dia, resolvi todas as questões que eu lembro de todas as provas (o que deve dar umas 15 questões, mais ou menos 10 folhas de continhas). Ficaram faltando umas 5, que eu vou descobrir como se faz amanhã.
Tomei café, por isso não estou com sono, só sinto o cansaço, dor nas costas e um tico de tendinite na mão direita, mas normal.
Se tudo der certo, depois dessa prova eu só terei que fazer uma lista de exercícios de java e estarei de férias.
Se tudo der mais certo ainda, serão férias bem curtas, porque eu entrarei em um projeto de I.C. em engenharia do produto e cursarei a matéria de álgebra novamente. Resta rezar pra eu me dar bem na entrevista e pra sobrarem vagas na turma de férias de álgebra.
Depois ainda tenho que programar o próximo semestre para o caso de conseguir cursar álgebra nas férias e para o caso de não conseguir, além de ver como isso influenciará o andamento do curso.
Ai, ai, já está me dando soninho pensar em tudo isso...
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
:/
Reprovei em álgebra e colei em algumas matérias desse ano.
Oi, sou irresponsável, desonesta e descompromissada. Quer ser meu amigo?
Só Beatles pra me confortar agora.
Não precisa comentar. Quero só chorar minhas pitangas.
Oi, sou irresponsável, desonesta e descompromissada. Quer ser meu amigo?
Só Beatles pra me confortar agora.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Obrigada!
Meu Deus,
muito obrigada pela minha família, pelos meus amigos, pelas oportunidades que me são concedidas todos os dias, pela minha saúde, enfim, por estar viva e feliz.
muito obrigada pela minha família, pelos meus amigos, pelas oportunidades que me são concedidas todos os dias, pela minha saúde, enfim, por estar viva e feliz.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
"Não há de ser inutilmente"
Eu nem sou da USP, mas essa história toda está começando a me irritar por 4 motivos principais (basicamente, distorção e supervalorização pela mídia, exageros dos envolvidos, o tom repressivo, a opinião de gente desinformada e desinteressada, mas que adora dar pitaco):
1º A imprensa está dando uma atenção exagerada para o que está acontecendo. Eu acho que certas coisas devam ser discutidas e debatidas com toda a sociedade, mas peraí, né? Em TODO jornal sai alguma nota. Coisas semelhantes acontecem o tempo todo no resto do país (sem tanta violência e intervenção policial, creio). Além do mais, senti aquelas alfinetadas da grobo ao relatar o caso, como por exemplo "garrafas de bebida foram encontradas no local". Sério, gente? SÉRIO? Alguém nesse mundo esperava mesmo que tivesse um bando de estudantes, jovens, passando a noite em um lugar e não tivesse nenhuma bebida? Se você vê um grupo de estudantes e não há nenhum vestígio de bebida, ou eles estão estudando pra alguma coisa muito importante ou é um encontro religioso.
Há problemas maiores em outras universidades do país, como na Unir (Universidade Federal de Rondônia), cuja reitoria foi tomada há mais de vinte dias por estudantes que reivindicam a saída do reitor, por problemas administrativos e acusações de corrupção. Ao que parece, as verbas destinadas à universidade estão tomando chá de sumiço (muito provavelmente reaparecendo nos bolsos de uns e outros).
Na UFPE há estudantes se suicidando, se atirando dos prédios. Se não me falha a memória, esse ano já foram três mortos. No jornal nacional isso não sai, né?
Esse ano, em uma calourada dentro do campus central da UFRN, duas estudantes foram vítimas de um ato homofóbico por parte de "alguém" (que "ninguém" sabe quem é, apesar de ter um monte de gente na hora e no local, afinal, era uma festa), porque estavam trocando carinhos, como dois seres humanos jovens e saudáveis, e NADA foi feito a respeito.
Arg, arg, arg! Eu fico puta só de pensar!
Essas coisas estão acontecendo dentro de uma instituição de ensino, onde os alunos deveriam ser minimamente preservados. Algo assim acontecendo em qualquer lugar do planeta já é absurdo, mas saber que acontece em uma universidade me tira do sério.
2º A violência, a agressividade, com que os policiais tratam os estudantes. Não tinha ninguém armado, ninguém sendo agressivo e os policiais naquele estresse. Deus benze, viu?
Por outro lado, esse negócio de pixar é a maior babaquice. Quer escrever? Faz um cartaz, uma faixa, algo assim. Agora jogar mais dinheiro da população no lixo eu acho sacanagem.
Eu já participei de uma manifestação com os estudantes do cefet e sei bem que por melhores que sejam as intenções dos organizadores, por mais que esteja tudo combinadinho pra ninguém descumprir as leis, sempre tem um idiota que resolve tacar uma pedra, xingar alguém, enfim, mudar o foco da manifestação e aproveitar o "circo" para defender seus próprios interesses, ou simplesmente ser imbecil.
3º Eu vejo um tom meio repressivo no que está acontecendo na USP, sim. No começo deste semestre, eu fui a uma feijoada no prédio da reitoria, organizada por estudantes do dce, bolsistas de apoio técnico e dos cursos da escola de agronomia. A manifestação tinha por objetivo, principalmente, reivindicar melhorias para os bolsistas e a proposição de algumas soluções para problemas enfrentados pelos estudantes da escola de agronomia.
Na hora que eu cheguei no prédio, o estudantes estavam concentrados no pátio, em sua maioria, sentados (alguns comendo a tal feijoada), enquanto ouviam a reitora. Assim que ela terminou de falar, um dos representantes do grupo tomou a palavra e fez lá suas propostas, em seguida, a reitora respondeu, formou-se um grupo para ir ao gabinete dela conversar e determinar os prazos e fim. Tudo feito na mais santa paz e com muito respeito. A reitora, inclusive, parabenizou a ação dos estudantes e desejou um bom almoço a todos. Não houve violência, gritos, xingamentos, nada do tipo.
Durante a greve de técnicos, que contou com a participação de muitas universidades e institutos federais, alguns grevistas acamparam durante dias no pátio da reitoria e também não houve nenhum desrespeito por parte de nenhum dos lados.
Sei que são universidades bem diferentes, que têm normas diferentes, que as pessoas tem um modo de agir diferente, mas, de qualquer forma, acho que faltou um bocado de respeito e educação entre os envolvidos no caso da USP.
4º Gente, eu li tanta idiotice nas redes sociais que já estava ficando doente. Coisas como "um bando de maconheiro filhinho de papai invadiu a reitoria da usp para poder fumar maconha", oi? É sério que tem gente que pensa isso? É sabido que as universidades estão muito elitizadas, que tá cheio de filhinho de papai mesmo, mas há uma causa real por trás daquilo tudo (talvez não para todos). Ninguém invadiu a reitoria querendo que a maconha fosse legalizada, o que os estudantes buscavam era a liberdade dentro da universidade deles. Liberdade de se expressar, de ir para a aula e não ser revistado no caminho, essas coisas básicas que muita gente não dá valor. Eu também não tenho a menor intenção de defender a maconha aqui, mas esse "fuminho de leve" existe em TODAS as universidades do país e todo mundo sabe, mesmo sendo ilegal.
Outra muito boa foi "É uma cidade universitária, e como toda cidade, precisa de polícia.".
A USP não é a única universidade do país, apesar de ser a maior e a melhor da America Latina, e nas outras universidades esse policiamento exagerado não é necessário. Eu acredito que nada, absolutamente nada do que aconteceu, justifica tantos policiais numa universidade.
Eu não sou muito "de luta" como minhas amigas mais engajadas costumam falar, mas admiro o esforço genuíno de estudantes que estão ali buscando um curso melhor, uma administração melhor, uma universidade melhor para quem está lá e para quem vier depois. Vi muita gente que não precisa do apoio financeiro da assistência estudantil lutar pelo direito dos que precisam.
É fato que muitas dessas manifestações não dão resultado algum, que isso desanima quem tanto se esforçou, mas é muito bacana ver que a união de estudantes ainda dá resultado em alguns casos. Que mesmo sendo pequena a participação de estudantes de alguns centros, ainda há representantes, que mesmo que seja em uma sala com menos de 40 pessoas, os problemas estão sendo discutidos.
Eu posso não concordar com a oposição, mas devo reconhecer sua importância em um debate. Sem divergência não há crescimento. Essa semana mesmo li umas coisas super escrotas da direita conservadora sobre apoio à homofobia, maaaaaaas é a vida.
Aaaaaaah! Quase esqueci. Essa semana tem plebiscito para saber a opinião dos estudantes sobre os 10% do PIB para a educação. Se liguem nas urnas espalhadas pelas universidades e votem SIM, pufavô, né, gente?!
Agora eu vou estudar espaço vetorial, porque na prova de álgebra de amanhã não poderá haver divergência entre a minha resposta e a do professor.
Para quem quiser saber uma opinião bem sensata e equilibrada de um estudante da usp, tá AQUI uma boa opção.
Assim que acabei de escrever, tive acesso ao seguinte depoimento "Desabafo de quem tava lá". Vale muito a pena ler, sério!
1º A imprensa está dando uma atenção exagerada para o que está acontecendo. Eu acho que certas coisas devam ser discutidas e debatidas com toda a sociedade, mas peraí, né? Em TODO jornal sai alguma nota. Coisas semelhantes acontecem o tempo todo no resto do país (sem tanta violência e intervenção policial, creio). Além do mais, senti aquelas alfinetadas da grobo ao relatar o caso, como por exemplo "garrafas de bebida foram encontradas no local". Sério, gente? SÉRIO? Alguém nesse mundo esperava mesmo que tivesse um bando de estudantes, jovens, passando a noite em um lugar e não tivesse nenhuma bebida? Se você vê um grupo de estudantes e não há nenhum vestígio de bebida, ou eles estão estudando pra alguma coisa muito importante ou é um encontro religioso.
Há problemas maiores em outras universidades do país, como na Unir (Universidade Federal de Rondônia), cuja reitoria foi tomada há mais de vinte dias por estudantes que reivindicam a saída do reitor, por problemas administrativos e acusações de corrupção. Ao que parece, as verbas destinadas à universidade estão tomando chá de sumiço (muito provavelmente reaparecendo nos bolsos de uns e outros).
Na UFPE há estudantes se suicidando, se atirando dos prédios. Se não me falha a memória, esse ano já foram três mortos. No jornal nacional isso não sai, né?
Esse ano, em uma calourada dentro do campus central da UFRN, duas estudantes foram vítimas de um ato homofóbico por parte de "alguém" (que "ninguém" sabe quem é, apesar de ter um monte de gente na hora e no local, afinal, era uma festa), porque estavam trocando carinhos, como dois seres humanos jovens e saudáveis, e NADA foi feito a respeito.
Arg, arg, arg! Eu fico puta só de pensar!
Essas coisas estão acontecendo dentro de uma instituição de ensino, onde os alunos deveriam ser minimamente preservados. Algo assim acontecendo em qualquer lugar do planeta já é absurdo, mas saber que acontece em uma universidade me tira do sério.
2º A violência, a agressividade, com que os policiais tratam os estudantes. Não tinha ninguém armado, ninguém sendo agressivo e os policiais naquele estresse. Deus benze, viu?
Por outro lado, esse negócio de pixar é a maior babaquice. Quer escrever? Faz um cartaz, uma faixa, algo assim. Agora jogar mais dinheiro da população no lixo eu acho sacanagem.
Eu já participei de uma manifestação com os estudantes do cefet e sei bem que por melhores que sejam as intenções dos organizadores, por mais que esteja tudo combinadinho pra ninguém descumprir as leis, sempre tem um idiota que resolve tacar uma pedra, xingar alguém, enfim, mudar o foco da manifestação e aproveitar o "circo" para defender seus próprios interesses, ou simplesmente ser imbecil.
3º Eu vejo um tom meio repressivo no que está acontecendo na USP, sim. No começo deste semestre, eu fui a uma feijoada no prédio da reitoria, organizada por estudantes do dce, bolsistas de apoio técnico e dos cursos da escola de agronomia. A manifestação tinha por objetivo, principalmente, reivindicar melhorias para os bolsistas e a proposição de algumas soluções para problemas enfrentados pelos estudantes da escola de agronomia.
Na hora que eu cheguei no prédio, o estudantes estavam concentrados no pátio, em sua maioria, sentados (alguns comendo a tal feijoada), enquanto ouviam a reitora. Assim que ela terminou de falar, um dos representantes do grupo tomou a palavra e fez lá suas propostas, em seguida, a reitora respondeu, formou-se um grupo para ir ao gabinete dela conversar e determinar os prazos e fim. Tudo feito na mais santa paz e com muito respeito. A reitora, inclusive, parabenizou a ação dos estudantes e desejou um bom almoço a todos. Não houve violência, gritos, xingamentos, nada do tipo.
Durante a greve de técnicos, que contou com a participação de muitas universidades e institutos federais, alguns grevistas acamparam durante dias no pátio da reitoria e também não houve nenhum desrespeito por parte de nenhum dos lados.
Sei que são universidades bem diferentes, que têm normas diferentes, que as pessoas tem um modo de agir diferente, mas, de qualquer forma, acho que faltou um bocado de respeito e educação entre os envolvidos no caso da USP.
4º Gente, eu li tanta idiotice nas redes sociais que já estava ficando doente. Coisas como "um bando de maconheiro filhinho de papai invadiu a reitoria da usp para poder fumar maconha", oi? É sério que tem gente que pensa isso? É sabido que as universidades estão muito elitizadas, que tá cheio de filhinho de papai mesmo, mas há uma causa real por trás daquilo tudo (talvez não para todos). Ninguém invadiu a reitoria querendo que a maconha fosse legalizada, o que os estudantes buscavam era a liberdade dentro da universidade deles. Liberdade de se expressar, de ir para a aula e não ser revistado no caminho, essas coisas básicas que muita gente não dá valor. Eu também não tenho a menor intenção de defender a maconha aqui, mas esse "fuminho de leve" existe em TODAS as universidades do país e todo mundo sabe, mesmo sendo ilegal.
Outra muito boa foi "É uma cidade universitária, e como toda cidade, precisa de polícia.".
A USP não é a única universidade do país, apesar de ser a maior e a melhor da America Latina, e nas outras universidades esse policiamento exagerado não é necessário. Eu acredito que nada, absolutamente nada do que aconteceu, justifica tantos policiais numa universidade.
Eu não sou muito "de luta" como minhas amigas mais engajadas costumam falar, mas admiro o esforço genuíno de estudantes que estão ali buscando um curso melhor, uma administração melhor, uma universidade melhor para quem está lá e para quem vier depois. Vi muita gente que não precisa do apoio financeiro da assistência estudantil lutar pelo direito dos que precisam.
É fato que muitas dessas manifestações não dão resultado algum, que isso desanima quem tanto se esforçou, mas é muito bacana ver que a união de estudantes ainda dá resultado em alguns casos. Que mesmo sendo pequena a participação de estudantes de alguns centros, ainda há representantes, que mesmo que seja em uma sala com menos de 40 pessoas, os problemas estão sendo discutidos.
Eu posso não concordar com a oposição, mas devo reconhecer sua importância em um debate. Sem divergência não há crescimento. Essa semana mesmo li umas coisas super escrotas da direita conservadora sobre apoio à homofobia, maaaaaaas é a vida.
Aaaaaaah! Quase esqueci. Essa semana tem plebiscito para saber a opinião dos estudantes sobre os 10% do PIB para a educação. Se liguem nas urnas espalhadas pelas universidades e votem SIM, pufavô, né, gente?!
Agora eu vou estudar espaço vetorial, porque na prova de álgebra de amanhã não poderá haver divergência entre a minha resposta e a do professor.
Para quem quiser saber uma opinião bem sensata e equilibrada de um estudante da usp, tá AQUI uma boa opção.
Assim que acabei de escrever, tive acesso ao seguinte depoimento "Desabafo de quem tava lá". Vale muito a pena ler, sério!
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Raiva, muita raiva!
A rapariga, filha da puta, mal comida daquela professora de GEPE não vai conseguir me reprovar!
Que ódioooooooooo que eu tô! Não acredito que fui pra 4ª prova na matéria mais imbecil da porra do curso inteiro só porque aquela vadia quer que eu decore a porra do livro que ela copia pra gente e não está aberta a críticas, além de ser antiética. Não sinto nem pena de alguém assim.
Sério, ler slide não é o mesmo que dar aula, no meu mundo. Ela já perde meu respeito por usar só um livro numa matéria tão abrangente. Como se não bastasse isso, ainda espera que eu memorize cada linha que o cara escreveu e reproduza na prova. EU ME RECUSO A SER UMA MÁQUINA COPIADORA, ME R-E-C-U-S-O-! Se quiser xerox do livro, vá na oca. Comigo ela não vai conseguir isso.
Eu já escolhi essa profissão porque exige que exercitemos nossas mentes para criar soluções criativas a partir de uma análise dos problemas sob os mais diversos ângulos, aí, me vem essa coisa escrota querendo que eu não pense. Eu não aguento, não aguento mesmo!
E, finalmente, eu acredito que a prova deva ser bem elaborada o suficiente para que os alunos possam ler e interpretar as questões sozinhos, sem precisar perguntar nada ao professor, ou que as perguntas não gerem multiplas interpretações. Mas a resposta que ela me dá para a incapacidade dela de elaborar uma merda de uma prova, é que eu posso questioná-la durante a avaliação.
Ah, sim, ela é antiética, porque fica falando das práticas adotadas por colaboradores de empresas em que trabalhou. A gente tava vendo um caso de uma famosíssima produtora de bebidas energéticas e ela falou que já trabalhou lá e viu que os funcionários desta empresa aqui no Brasil adotavam práticas que iam contra a imagem que a marca quer passar. Enfim, eu acredito que ela deva mesmo relatar suas experiências no mercado de trabalho, mas preservando a imagem dos lugares onde trabalhou, não revelando os nomes das pessoas ou da própria empresa. Já tive vários professores que se recusavam a divulgar os nomes das empresas, por mais que insistíssemos, e isso não prejudicava em nada a compreensão dos fatos.
Só pra esclarecer, eu não costumo ficar chateada com um professor quando corro risco de ser reprovada. Quase reprovei em cálculo e vou trancar eletricidade, mas adoro meus professores dessas matérias, porque eles são extremamente inteligentes, dão aula muito bem e têm critérios para avaliar seus alunos, ao contrário dessa merda que contrataram como professora do meu departamento.
Eu fico emputecida desse jeito por estar em uma universidade boa, em um curso bom e ter um "serumano" desse como professor.
Sou altamente intolerante à imbecilidade alheia, sobretudo dos meus professores.
Eu entendo que essa kenga seja inexperiente, mas se quer treinar, que vá para uma particular, um universidade bostinha da baixa da égua (ou na puta que pariu) e só quando for digna de uma federal que tenha a ousadia de se apresentar aqui novamente.
Minha raiva logo vai passar, porque ela não é digna nem dos meus piores sentimentos.
Que ódioooooooooo que eu tô! Não acredito que fui pra 4ª prova na matéria mais imbecil da porra do curso inteiro só porque aquela vadia quer que eu decore a porra do livro que ela copia pra gente e não está aberta a críticas, além de ser antiética. Não sinto nem pena de alguém assim.
Sério, ler slide não é o mesmo que dar aula, no meu mundo. Ela já perde meu respeito por usar só um livro numa matéria tão abrangente. Como se não bastasse isso, ainda espera que eu memorize cada linha que o cara escreveu e reproduza na prova. EU ME RECUSO A SER UMA MÁQUINA COPIADORA, ME R-E-C-U-S-O-! Se quiser xerox do livro, vá na oca. Comigo ela não vai conseguir isso.
Eu já escolhi essa profissão porque exige que exercitemos nossas mentes para criar soluções criativas a partir de uma análise dos problemas sob os mais diversos ângulos, aí, me vem essa coisa escrota querendo que eu não pense. Eu não aguento, não aguento mesmo!
E, finalmente, eu acredito que a prova deva ser bem elaborada o suficiente para que os alunos possam ler e interpretar as questões sozinhos, sem precisar perguntar nada ao professor, ou que as perguntas não gerem multiplas interpretações. Mas a resposta que ela me dá para a incapacidade dela de elaborar uma merda de uma prova, é que eu posso questioná-la durante a avaliação.
Ah, sim, ela é antiética, porque fica falando das práticas adotadas por colaboradores de empresas em que trabalhou. A gente tava vendo um caso de uma famosíssima produtora de bebidas energéticas e ela falou que já trabalhou lá e viu que os funcionários desta empresa aqui no Brasil adotavam práticas que iam contra a imagem que a marca quer passar. Enfim, eu acredito que ela deva mesmo relatar suas experiências no mercado de trabalho, mas preservando a imagem dos lugares onde trabalhou, não revelando os nomes das pessoas ou da própria empresa. Já tive vários professores que se recusavam a divulgar os nomes das empresas, por mais que insistíssemos, e isso não prejudicava em nada a compreensão dos fatos.
Só pra esclarecer, eu não costumo ficar chateada com um professor quando corro risco de ser reprovada. Quase reprovei em cálculo e vou trancar eletricidade, mas adoro meus professores dessas matérias, porque eles são extremamente inteligentes, dão aula muito bem e têm critérios para avaliar seus alunos, ao contrário dessa merda que contrataram como professora do meu departamento.
Eu fico emputecida desse jeito por estar em uma universidade boa, em um curso bom e ter um "serumano" desse como professor.
Sou altamente intolerante à imbecilidade alheia, sobretudo dos meus professores.
Eu entendo que essa kenga seja inexperiente, mas se quer treinar, que vá para uma particular, um universidade bostinha da baixa da égua (ou na puta que pariu) e só quando for digna de uma federal que tenha a ousadia de se apresentar aqui novamente.
Minha raiva logo vai passar, porque ela não é digna nem dos meus piores sentimentos.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Atualidades
Eu nunca fui muito gananciosa, nunca tive vontade de ser rica. Eu nunca achei necessário ter rios de dinheiro. Tenho lá minhas pretensões materiais, mas nada exagerado. Meu objetivo maior sempre foi tornar-me independente financeiramente, mantendo o padrão que meus pais me dão, ao menos.
Entretanto, hoje eu quis ser rica um dia. Na verdade, minha ideia inicial era poder patrocinar a arte. O incentivo à cultura no nosso país ainda é escasso e há tantos artistas fantásticos precisando daquele empurrão, sabe?! Amadurecendo um pouco a ideia, eu percebi que pra alcançar esse objetivo será necessário um bocado de dinheiro. Por mais que eu ajude aos poucos, como e quanto puder, sei que nunca ficarei satisfeita, logo, precisarei ter uma fonte bem generosa pra fazer esses investimentos.
...
Quinta-feira foi meu aniversário de 19 anos. Aproveitei para passar o fim de semana em casa, com a família, ir pra uma apresentação no Avoante, participar da comemoração do aniversário de uma amiga, cobrar meu presente de 18 anos (parece que engoli mosca), enfim, matar a saudade de casa.
...
Esse mês será uma bela merda academicamente. Estou até vendo. Fim de semestre, aquele monte de prova e trabalho, arg! Mal vejo a hora das férias chegarem!
Se bem que essas férias trarão graaaandes mudanças na minha vida. Adeus estabilidade na minha vida.
Entretanto, hoje eu quis ser rica um dia. Na verdade, minha ideia inicial era poder patrocinar a arte. O incentivo à cultura no nosso país ainda é escasso e há tantos artistas fantásticos precisando daquele empurrão, sabe?! Amadurecendo um pouco a ideia, eu percebi que pra alcançar esse objetivo será necessário um bocado de dinheiro. Por mais que eu ajude aos poucos, como e quanto puder, sei que nunca ficarei satisfeita, logo, precisarei ter uma fonte bem generosa pra fazer esses investimentos.
...
Quinta-feira foi meu aniversário de 19 anos. Aproveitei para passar o fim de semana em casa, com a família, ir pra uma apresentação no Avoante, participar da comemoração do aniversário de uma amiga, cobrar meu presente de 18 anos (parece que engoli mosca), enfim, matar a saudade de casa.
...
Esse mês será uma bela merda academicamente. Estou até vendo. Fim de semestre, aquele monte de prova e trabalho, arg! Mal vejo a hora das férias chegarem!
Se bem que essas férias trarão graaaandes mudanças na minha vida. Adeus estabilidade na minha vida.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Feliz, feliz, feliiiiz! *-*
Há muito tempo eu não vivia dias tão bons. Sábado passado, eu fui ao lançamento de "Milagreira" o livro de poesia de Iara Maria Carvalho, minha ex-professora de literatura. Foi tudo absolutamente lindo.
Hoje à tarde eu voltei para Natal e fui à palestra que deu início à Semana de Engenharia de Produção na UFRN. Ao final da palestra e de todos os agradecimentos, a organização do evento fez um sorteio de garrafinhas térmicas e pen drives de 4Gb. Adivinhem o que eu ganhei? Pois é, a garrafinha. Mas ela é boa pra caramba e ao menos ganhei algo.
Quando cheguei em casa e entrei no msn, me deparei com uma mensagem do meu irmão lindo e gostoso. *-* Ele está bem, finalmente! A notícia mais feliz do mês e, com certeza, o melhor presente de aniversário que eu poderia ganhar de Deus, do universo, da vida.
Hoje à tarde eu voltei para Natal e fui à palestra que deu início à Semana de Engenharia de Produção na UFRN. Ao final da palestra e de todos os agradecimentos, a organização do evento fez um sorteio de garrafinhas térmicas e pen drives de 4Gb. Adivinhem o que eu ganhei? Pois é, a garrafinha. Mas ela é boa pra caramba e ao menos ganhei algo.
Quando cheguei em casa e entrei no msn, me deparei com uma mensagem do meu irmão lindo e gostoso. *-* Ele está bem, finalmente! A notícia mais feliz do mês e, com certeza, o melhor presente de aniversário que eu poderia ganhar de Deus, do universo, da vida.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Um pouco de insônia
Confesso que não ando de olho na inflação, mas é fato que o dinheiro que os meus pais me dão não é mais suficiente para que eu me mantenha dignamente aqui. Cada quinzena o dinheiro encurta mais rápido. Eu ganho por quinzena, porque fica mais fácil para eu controlar e para o meu papito pagar. Quando o dinheiro está no finzinho, bate aquele desespero e eu fico toda com pena de gastar.
Sendo assim, é inevitável pensar em como serão as coisas no ano que vem, com minha irmã morando na Capita comigo. O coco vai secar, hahaha.
Por enquanto, o que eu tenho em mente são mesmo as férias e o que eu preciso fazer para que elas cheguem mais rápido (lê-se: estudar para passar por média).
Mas, como hoje foi feriado deNossa Senhora Aparecida Aniversário do Cristo Redentor Dia das Crianças, eu me dei ao luxo de não me preocupar com esse tipo de coisa.
Fui dormir muito tarde, acordei mais tarde ainda, comi pão tostadinho commanteiga (a manteiga que eu gosto custa os olhos da cara aqui em natal, nem me atrevo. É essa daqui)* margarina e leite com nescau no almoço, depois li Persuasão durante boa parte da tarde, assisti o especial da turma da mônica que passou na Grobo, dei uma namoradinha conversadinha ao telefone durante algumas horas algum tempo, liguei para a minha mãe e briguei com ela (só pra não perder o costume), liguei o compitadô e comentei bobagens no twitter o dia inteiro (também, para não perder o costume), fingi que estudei, assisti as novelas, tentei baixar "O carteiro e O Poeta" e não consegui, assisti o Programa do Jô e descobri o blog 365 Nuncas que recomendo muito. Agora estou me permitindo ir dormir tarde, só porque sei que alguém vai ligar me acordando no horário certinho para que eu chegue a tempo de assistir a primeira aula (<3).
Estou louca de fome e quase dialogando com os barulhinhos da minha barriga, mas vou dormir que é pra não engordar. Essa coisa de comer de madrugada é o fim!
Depois falo mais sobre o blog das meninas por aqui, porque achei a ideia genial e mais genial ainda são as ideias que elas têm para os nunca de cada dia.
Aaah, eu estou fazendo uma lista de pontos a serem melhorados para contribuir com a minha socialização na universidade. Eu me dou bem com as pessoas e tal, mas quero passar uma imagem mais profissional (fiquei realmente perturbada com o fato de não ter passado no processo seletivo da empresa jr e quero mudar isso, por uma questão de honra, uma vez que sempre consegui o quis na minha vidinha de estudante).
E, para finalizar, uma dúvida: por que os filmes da sessão corujão são, muitas das vezes, os melhores? Isso é hora de passar filme bom?Ops, foram duas dúvidas.
*Enquanto procurava a imagem da manteiga, encontrei isto aqui. Vocês não têm ideia de quão gostosa é uma macaxeira bem molinha com manteiga.
Sendo assim, é inevitável pensar em como serão as coisas no ano que vem, com minha irmã morando na Capita comigo. O coco vai secar, hahaha.
Por enquanto, o que eu tenho em mente são mesmo as férias e o que eu preciso fazer para que elas cheguem mais rápido (lê-se: estudar para passar por média).
Mas, como hoje foi feriado de
Fui dormir muito tarde, acordei mais tarde ainda, comi pão tostadinho com
Estou louca de fome e quase dialogando com os barulhinhos da minha barriga, mas vou dormir que é pra não engordar. Essa coisa de comer de madrugada é o fim!
Depois falo mais sobre o blog das meninas por aqui, porque achei a ideia genial e mais genial ainda são as ideias que elas têm para os nunca de cada dia.
Aaah, eu estou fazendo uma lista de pontos a serem melhorados para contribuir com a minha socialização na universidade. Eu me dou bem com as pessoas e tal, mas quero passar uma imagem mais profissional (fiquei realmente perturbada com o fato de não ter passado no processo seletivo da empresa jr e quero mudar isso, por uma questão de honra, uma vez que sempre consegui o quis na minha vidinha de estudante).
E, para finalizar, uma dúvida: por que os filmes da sessão corujão são, muitas das vezes, os melhores? Isso é hora de passar filme bom?
*Enquanto procurava a imagem da manteiga, encontrei isto aqui. Vocês não têm ideia de quão gostosa é uma macaxeira bem molinha com manteiga.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Dãã!
Eu estou começando a achar que tenho problemas mentais. Ao final deste post, acredito que vocês concordarão comigo.
Vamos aos fatos:
Fato 1 - Minha amiga C. viria a Natal hoje à tarde para passar o fim de semana e me pediu para organizar algum programinha para esta sexta-feira à noite.
Fato 2 - L. minha colega de turma, resolveu marcar uma saidinha com o pessoal da sala. Ela planejava ir ao Hells pub e já tinha falado com o namorado para que ele chamasse alguns amigos.
Fato 3 - Minhas outras colegas de turma têm um certo preconceito com o Hells, porque toca mais rock e elas são garotas natalenses típicas (ou seja, gostam de forró e pagode). Propuseram que fôssemos todos ao pitts bar.
Ok, tudo pronto para nos encontrarmos às 21:30 no pitts barr.
19:30 - L. me liga dizendo que todos os outros furaram a baladinha por algum motivo qualquer, e me convida para ir com ela, o namorado e os amigos dele ao Hells.
Eu, sabe lá Deus porque diabos, recuso. Acabei desanimando por tabela.
19:40 - Ligo para o meu fofinho, só pra saber por onde ele anda, como foi a prova, essas coisas. Ele estava em algum lugar muito barulhento comendo yakissoba com os amigos. Me fez uma pergunta sobre um cônjuge tolher as ações do outro em um relacionamento, pergunta esta que eu não entendi, sendo interrompido frequentemente por uma voz feminina.
19:50 - Eu me sinto a pessoa mais imbecil do universo por ter recusado o convite (com carona e tudo, gente. Ida e volta). Alguém me mate, please?!
Agora eu vou terminar de ver a novela, depois assistirei Bonequinha de Luxo, tomando água, pra não engordar. (ok, confesso que comi quatro balinhas butter toffees)
Eu tenho 18 anos, não tenho mais carona, companhia nem grana suficiente para sair pra qualquer outro lugar. Triste fim.
Eu deveria ter seguido o personare e saído! PQP!
Vamos aos fatos:
Fato 1 - Minha amiga C. viria a Natal hoje à tarde para passar o fim de semana e me pediu para organizar algum programinha para esta sexta-feira à noite.
Fato 2 - L. minha colega de turma, resolveu marcar uma saidinha com o pessoal da sala. Ela planejava ir ao Hells pub e já tinha falado com o namorado para que ele chamasse alguns amigos.
Fato 3 - Minhas outras colegas de turma têm um certo preconceito com o Hells, porque toca mais rock e elas são garotas natalenses típicas (ou seja, gostam de forró e pagode). Propuseram que fôssemos todos ao pitts bar.
Ok, tudo pronto para nos encontrarmos às 21:30 no pitts barr.
19:30 - L. me liga dizendo que todos os outros furaram a baladinha por algum motivo qualquer, e me convida para ir com ela, o namorado e os amigos dele ao Hells.
Eu, sabe lá Deus porque diabos, recuso. Acabei desanimando por tabela.
19:40 - Ligo para o meu fofinho, só pra saber por onde ele anda, como foi a prova, essas coisas. Ele estava em algum lugar muito barulhento comendo yakissoba com os amigos. Me fez uma pergunta sobre um cônjuge tolher as ações do outro em um relacionamento, pergunta esta que eu não entendi, sendo interrompido frequentemente por uma voz feminina.
19:50 - Eu me sinto a pessoa mais imbecil do universo por ter recusado o convite (com carona e tudo, gente. Ida e volta). Alguém me mate, please?!
Agora eu vou terminar de ver a novela, depois assistirei Bonequinha de Luxo, tomando água, pra não engordar. (ok, confesso que comi quatro balinhas butter toffees)
Eu tenho 18 anos, não tenho mais carona, companhia nem grana suficiente para sair pra qualquer outro lugar. Triste fim.
Eu deveria ter seguido o personare e saído! PQP!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
O sol de Buzios que me aguarde!
Amanhã cedinho eu viajo pra casa do meu papis e da minha mamis. Assim que chegar, pretendo me pesar pra ver se alcancei a marca das 2 dezenas perdidas nesses, aproximadamente, 2 anos de emagrecimento contínuo. Eu preciso de uma academia boa e barata, urgentemente. Estou com um aspecto de gelatina sem sabor que só Jeová salva.
Já que ouvi um monte de gente dizendo que estou mais magra, verei se é só impressão deles ou se as horas de fome têm dado certo.
É bastante coisa perdida, mas foi em um espaço grandinho de tempo. Eu vejo muitas pessoas querendo perder 10kg em um mês. Eu passei uns 4 meses fazendo uma dieta bem rígida e exercícios pra perder essa quantidade de peso. Gente, é dieta, não é mágica. Há quem consiga fazer isso fazendo dietas malucas de frutas, sopas, pontos, grupos alimentares e até tomando remédio pra emagrecer, chá verde, herbalife da vida. Eu nunca tentei nada disso nos meus 10 longos anos de gordinha. Não por ser satisfeita com o meu corpo, porque não era (afinal, a pressão é grande), mas por não ter coragem de arriscar minha saúde pra emagrecer. Por mais que eu estivesse bem acima do peso, nunca tive problemas de saúde por causa disso.
Sempre achei mais fácil fazer dieta do que fazer exercício. Sou mega sedentária. Sei que é péssimo, mas a preguiça impera. Por causa desse sedentarismo e da perda de peso, eu fiquei toda molenga, portanto, não recomendo a combinação pra ninguém.
Durante os primeiros meses de dieta (com acompanhamento de uma nutricionista) eu não podia comer leite e derivados, trigo e carne vermelha, usava um adoçante horrível e comia um monte de coisa integral. Ou seja, meu almoço tinha um gosto parecido com o de papelão molhado.
Apesar de ter sido horrível, eu aguentei e descobri que é tudo questão de hábito. Ok, é bem difícil habituar-se, mas depois que isso acontece, a coisa desenrola. Também aprendi que é normal sentir fome, principalmente quando a gente acostuma o organismo a ingerir mais comida do que realmente necessita.
Eu espero me sentir quase á vontade para usar biquini em janeiro. Não sei, esse negócio de metas nunca deu muito certo comigo, acho melhor deixar a coisa rolar.
Agora vou colocar todo o meu material de estudo em dia. Sorte para mim.
Ps; GENTE! O que é que eu faço com esse tanto de catarro no peito? Misericórdia!
Já que ouvi um monte de gente dizendo que estou mais magra, verei se é só impressão deles ou se as horas de fome têm dado certo.
É bastante coisa perdida, mas foi em um espaço grandinho de tempo. Eu vejo muitas pessoas querendo perder 10kg em um mês. Eu passei uns 4 meses fazendo uma dieta bem rígida e exercícios pra perder essa quantidade de peso. Gente, é dieta, não é mágica. Há quem consiga fazer isso fazendo dietas malucas de frutas, sopas, pontos, grupos alimentares e até tomando remédio pra emagrecer, chá verde, herbalife da vida. Eu nunca tentei nada disso nos meus 10 longos anos de gordinha. Não por ser satisfeita com o meu corpo, porque não era (afinal, a pressão é grande), mas por não ter coragem de arriscar minha saúde pra emagrecer. Por mais que eu estivesse bem acima do peso, nunca tive problemas de saúde por causa disso.
Sempre achei mais fácil fazer dieta do que fazer exercício. Sou mega sedentária. Sei que é péssimo, mas a preguiça impera. Por causa desse sedentarismo e da perda de peso, eu fiquei toda molenga, portanto, não recomendo a combinação pra ninguém.
Durante os primeiros meses de dieta (com acompanhamento de uma nutricionista) eu não podia comer leite e derivados, trigo e carne vermelha, usava um adoçante horrível e comia um monte de coisa integral. Ou seja, meu almoço tinha um gosto parecido com o de papelão molhado.
Apesar de ter sido horrível, eu aguentei e descobri que é tudo questão de hábito. Ok, é bem difícil habituar-se, mas depois que isso acontece, a coisa desenrola. Também aprendi que é normal sentir fome, principalmente quando a gente acostuma o organismo a ingerir mais comida do que realmente necessita.
Eu espero me sentir quase á vontade para usar biquini em janeiro. Não sei, esse negócio de metas nunca deu muito certo comigo, acho melhor deixar a coisa rolar.
Agora vou colocar todo o meu material de estudo em dia. Sorte para mim.
Ps; GENTE! O que é que eu faço com esse tanto de catarro no peito? Misericórdia!
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
As notas das avaliações da primeira unidade saíram. Tirei NOVE em cálculo. Gente, vocês sabem o que é isso? Não! Vocês não sabem o que é isso! Fiquei tão feliz que até "compensou" o zero em eletricidade. No restante das matérias tá aquela coisinha marromeno.
Amanhã tem um teste de cálculo para a segunda unidade, prova de algoritmo sobre estruturas condicionais e a entrega de uma lista sobre estruturas de repetição. Não garanto muita coisa para amanhã não, mas vamos ver, né?!
Ainda arrumei uma gripe chata, estou com as vias congestionadíssimas, me entupindo de chá e remédio. Tá tenso, mas espero que melhorar logo.
Amanhã tem um teste de cálculo para a segunda unidade, prova de algoritmo sobre estruturas condicionais e a entrega de uma lista sobre estruturas de repetição. Não garanto muita coisa para amanhã não, mas vamos ver, né?!
Ainda arrumei uma gripe chata, estou com as vias congestionadíssimas, me entupindo de chá e remédio. Tá tenso, mas espero que melhorar logo.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Aviso Importante
Seguinte, se eu te conheço pessoalmente, é algum parente, amigo, amigo de amigo, conhecido ou seja lá o que for, não me diga. Estou muito bem escrevendo minhas coisinhas sem pensar em quem está lendo. Se eu quisesse mesmo que você lesse ou comentasse a respeito, falaria contigo. Como eu sequer cogito essa possibilidade, nem venha.
Saber que há quem visite e leia é suficiente para mim. Não estou particularmente interessada em saber quem lê (abro exceção para desconhecidos, porque é interessante saber o que leva pessoas que não me conhecem a parar pra ler e comentar).
Agradece a moderação.
Saber que há quem visite e leia é suficiente para mim. Não estou particularmente interessada em saber quem lê (abro exceção para desconhecidos, porque é interessante saber o que leva pessoas que não me conhecem a parar pra ler e comentar).
Agradece a moderação.
Ainda faltam 8 e meio
Meus horários foram pra puta que pariu; o sono eu já não controlo mais; a alimentação se resume a frutas, biscoito recheado e café, em alguns dias; o medo, a pressão e o estresse tornaram-se companheiros, por vezes, simpáticos; meu quarto, uma zona; minhas prioridades se modificando; meu senso de humor se esvaindo; minhas olheiras aumentando; minha paciência desaparecendo; o senso de responsabilidade me culpando; a solidão me consumindo; a preocupação me abatendo; a tristeza me matando; minha memória falhando, o semestre passando e eu me fodendo, again.
Desconsiderem qualquer semelhança com a loucura. É apenas meu segundo período de engenharia.
Desconsiderem qualquer semelhança com a loucura. É apenas meu segundo período de engenharia.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Como lidar?
Como lidar com o fato de não poder ser tão presente no seu dia a dia?
Como responder efetivamente aos seus chamados por mim?
O que fazer se tem alguém aí que te ama há mais tempo que eu e ainda acaba sendo obrigada a nos ouvir e ver juntos?
Eu me sinto ciúme e inveja dela, por um lado, mas também me sensibilizo com o sofrimento que ela deve passar.
Minha vontade é que ninguém mais sinta ciúme de você como eu sinto. A dela deve ser parecida.
Sou controladora, possessiva, ciumenta, a gente sabe. Mas consigo ser compreensiva e sensível o suficiente para te deixar livre.
Como diria Antônio Cícero, "melhor se guarda o voo de um pássaro, que pássaro sem voo."
Como responder efetivamente aos seus chamados por mim?
O que fazer se tem alguém aí que te ama há mais tempo que eu e ainda acaba sendo obrigada a nos ouvir e ver juntos?
Eu me sinto ciúme e inveja dela, por um lado, mas também me sensibilizo com o sofrimento que ela deve passar.
Minha vontade é que ninguém mais sinta ciúme de você como eu sinto. A dela deve ser parecida.
Sou controladora, possessiva, ciumenta, a gente sabe. Mas consigo ser compreensiva e sensível o suficiente para te deixar livre.
Como diria Antônio Cícero, "melhor se guarda o voo de um pássaro, que pássaro sem voo."
terça-feira, 6 de setembro de 2011
"É um nó, é um garrancho, é um garrancho, é um nó."
Eu adoro grupos como Cordel do Fogo Encantado, Rosa de Pedra, artistas como Khrystal, Chico César, pelo modo como misturam poesia, cultura regional e vários estilos musicais. Mas, principalmente, pela identificação que tenho com o que é tratado nas músicas, com os sons, com a forma de falar, de cantar, com o sotaque, as gírias.
Deste modo, não é de se esperar que um paulista se identifique com Beradêro de Chico César. Eu, sim, entendo cada palavra, cada expressão, eu me vejo lá dentro daquele pedaço de história. Ssinto a obrigação de, sempre que possível, divulgar o trabalho dos artistas que admiro. Então, aí vai Khrystal, uma cantora e compositora potiguar que eu recentemente conheci e já adoro. Deixo também o link para uma entrevista dada por ela ao jornal natalense "Diário de Natal".
Entrevista: http://www.diariodenatal.com.br/2011/05/25/muito1_0.php
Deste modo, não é de se esperar que um paulista se identifique com Beradêro de Chico César. Eu, sim, entendo cada palavra, cada expressão, eu me vejo lá dentro daquele pedaço de história. Ssinto a obrigação de, sempre que possível, divulgar o trabalho dos artistas que admiro. Então, aí vai Khrystal, uma cantora e compositora potiguar que eu recentemente conheci e já adoro. Deixo também o link para uma entrevista dada por ela ao jornal natalense "Diário de Natal".
Entrevista: http://www.diariodenatal.com.br/2011/05/25/muito1_0.php
Autorretrato
"Em que espelho ficou perdida a minha face?"
Há alguns dias eu tenho observado que, apesar de não passar por nenhum problema em qualquer área da minha vida, não me sinto plena, não me sinto feliz. Eu já fui feliz muitas vezes na vida, já me senti plena, mesmo tendo menos de duas décadas, mas algo se perdeu.
"Eu não dei por essa mudança"
Eu apenas me vi aqui, assim, sem reparar em como cheguei, por onde passei. Como naqueles dias em que voltamos para casa sem termos a menor ideia do caminho que fizemos, eu mal me recordo do que aconteceu nos últimos meses. Aquela falta de acontecimentos memoráveis ou da capacidade de tornar memoráveis os acontecimentos mais banais.
"Eu não tinha este rosto de hoje... Nem estes olhos tão vazios"
Não tinha os olhos perdidos, visando algo que não posso alcançar, algo além. Tão incerta sobre meu futuro, outrora muito bem planejado. Não gosto de perder o controle da minha vida, de ter tantas dúvidas sobre o que quero, que chego a me perder em tantos planos, tantas rotas, tantos lugares.
"Eu não tinha este coração que nem se mostra"
Nem estas mãos que quase não mais escrevem.
*Trechos do poema "Retrato" de Cecília Meireles.
Há alguns dias eu tenho observado que, apesar de não passar por nenhum problema em qualquer área da minha vida, não me sinto plena, não me sinto feliz. Eu já fui feliz muitas vezes na vida, já me senti plena, mesmo tendo menos de duas décadas, mas algo se perdeu.
"Eu não dei por essa mudança"
Eu apenas me vi aqui, assim, sem reparar em como cheguei, por onde passei. Como naqueles dias em que voltamos para casa sem termos a menor ideia do caminho que fizemos, eu mal me recordo do que aconteceu nos últimos meses. Aquela falta de acontecimentos memoráveis ou da capacidade de tornar memoráveis os acontecimentos mais banais.
"Eu não tinha este rosto de hoje... Nem estes olhos tão vazios"
Não tinha os olhos perdidos, visando algo que não posso alcançar, algo além. Tão incerta sobre meu futuro, outrora muito bem planejado. Não gosto de perder o controle da minha vida, de ter tantas dúvidas sobre o que quero, que chego a me perder em tantos planos, tantas rotas, tantos lugares.
"Eu não tinha este coração que nem se mostra"
Nem estas mãos que quase não mais escrevem.
*Trechos do poema "Retrato" de Cecília Meireles.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Pinha que não é fruta.
Eu fico impressionada com o quanto as coisas relacionadas a você me tocam. A saudade que sinto é sempre tão forte, tão profunda. Eu sinto tanto a sua falta, mas entendo o que você busca e te conheço o suficiente pra saber que não faria de outro jeito.
Apesar de todas as brigas, de todos os nossos defeitos, eu te admiro muito.
Sonhar que te encontrei e demos aquele abraço me fez sentir ainda mais a sua falta.
Sou muito grata por ter um irmão como você, por poder te chamar de amigo, por te amar e saber que você também me ama.
Um beijonabocadelíngua, como você diz, coração.
Apesar de todas as brigas, de todos os nossos defeitos, eu te admiro muito.
Sonhar que te encontrei e demos aquele abraço me fez sentir ainda mais a sua falta.
Sou muito grata por ter um irmão como você, por poder te chamar de amigo, por te amar e saber que você também me ama.
Um beijonabocadelíngua, como você diz, coração.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Boi, boi, boi. Boi da cara... Vermelha.
Como é que o ser humano manda um vídeo de "Thank You" de Dido, dizendo que é uma mensagem para mim e depois diz que é como meu irmão? Cê curte incesto, meu filho? Eu hein!
Você não é balança e eu não gosto de ganhar roupas de presente, então, não pergunte meu peso nem minhas medidas.
Se eu te falo que sou gorda, é porque eu sou gorda. Não faço a linha paranóica e você deveria saber disso.
Não se pergunta o peso ou a idade de uma mulher. Isso foi ensinado pelo meu pai e, embora ele tenha suas escrotices, é mais respeitador que muitos por aí.
Enigmas não combinam comigo. Se quiser que eu saiba algo, fale. Se quiser saber algo, pergunte (só faça o favor de usar o bom senso).
E qual é o problema dos homens desse país? Argh!
Sim, eu estou naqueles dias.
Você não é balança e eu não gosto de ganhar roupas de presente, então, não pergunte meu peso nem minhas medidas.
Se eu te falo que sou gorda, é porque eu sou gorda. Não faço a linha paranóica e você deveria saber disso.
Não se pergunta o peso ou a idade de uma mulher. Isso foi ensinado pelo meu pai e, embora ele tenha suas escrotices, é mais respeitador que muitos por aí.
Enigmas não combinam comigo. Se quiser que eu saiba algo, fale. Se quiser saber algo, pergunte (só faça o favor de usar o bom senso).
E qual é o problema dos homens desse país? Argh!
Sim, eu estou naqueles dias.
domingo, 24 de julho de 2011
Respeito, conhece?
Eu não era fã de Amy, mas, de certa forma, me identifico com ela, com a intensidade daquele tipo de gente que sente exageradamente, e isso se traduzia em suas músicas, na sua maneira de cantar. O que ela fazia ou deixava de fazer com sua vida não me interessa nem um pouco, eu tenho minha própria vida para me preocupar, graças a Deus. Acho que a única coisa que as pessoas devem umas as outras é respeito.
O fato de não gostar do trabalho de um artista ou dele próprio (mesmo sem conhecê-lo) não justifica manifestar felicidade com a morte desta pessoa.
Hoje em dia eu vejo uma cultura de ódio, sobretudo entre os jovens, que me preocupa. Eu não gosto de pagode, de funk, de restart e outras tantas coisas odiadas pelo mundo a fora. Eu só não vejo sentido em desejar a morte dessas pessoas por elas terem um gosto diferente do meu.
Eu entendo que devemos ser tratados como iguais de modo que as nossas diferenças sociais, biológicas, culturais etc, sejam respeitadas. Mesmo que eu seja preta e você branca, que eu goste de rock e você de pagode, que eu seja do nordeste e você do sul, nós temos os mesmos direitos e deveres.
O que fica na minha memória sobre Amy Winehouse é sua linda voz cantando a mais bela versão de All My Loving que eu já tive a oportunidade de ouvir.
Mudando de fusca pra chiclete, eu já manifestei várias vezes aqui que gosto de cozinhar, mas quem vier com comentário machistas sobre as mulheres deverem cozinhar para os homens ou sobre você ficar puto porque sua mãe saiu e não deixou jantar ou almoço pronto, será mandado para a puta que o pariu.
Minhas férias andam fraquíssimas, todos os meus amigos inventaram de furar os compromissos. Alguém tá a fim de sair? Acho muito deprê sair sozinha.
O fato de não gostar do trabalho de um artista ou dele próprio (mesmo sem conhecê-lo) não justifica manifestar felicidade com a morte desta pessoa.
Hoje em dia eu vejo uma cultura de ódio, sobretudo entre os jovens, que me preocupa. Eu não gosto de pagode, de funk, de restart e outras tantas coisas odiadas pelo mundo a fora. Eu só não vejo sentido em desejar a morte dessas pessoas por elas terem um gosto diferente do meu.
Eu entendo que devemos ser tratados como iguais de modo que as nossas diferenças sociais, biológicas, culturais etc, sejam respeitadas. Mesmo que eu seja preta e você branca, que eu goste de rock e você de pagode, que eu seja do nordeste e você do sul, nós temos os mesmos direitos e deveres.
O que fica na minha memória sobre Amy Winehouse é sua linda voz cantando a mais bela versão de All My Loving que eu já tive a oportunidade de ouvir.
Mudando de fusca pra chiclete, eu já manifestei várias vezes aqui que gosto de cozinhar, mas quem vier com comentário machistas sobre as mulheres deverem cozinhar para os homens ou sobre você ficar puto porque sua mãe saiu e não deixou jantar ou almoço pronto, será mandado para a puta que o pariu.
Minhas férias andam fraquíssimas, todos os meus amigos inventaram de furar os compromissos. Alguém tá a fim de sair? Acho muito deprê sair sozinha.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Férias, pananã!
Minhas férias começaram ligeiramente agitadas. Logo no primeiro dia eu descobri ter passado em cálculo, mas essa alegria foi ofuscada pelo aniversário da minha mamis. Gente, foi muito legal!
Eu comecei o dia fazendo o bolo junto com minhas primas de 18, 13 e 8 anos, depois fiz brigadeiro a pedido de mainha, porque, segundo ela, só é aniversário de verdade se tiver brigadeiro. Eu que não iria discutir, né?
Depois, na hora da festa, os músicos começaram a chegar. Sim, tinha bandinha também. Essa é uma particularidade dos encontros da minha família. Como praticamente todos tocam algum instrumento e cantam, eles se reúnem semanalmente num lugar chamado Cafofo, para tocar, beber e jogar conversa fora. Quando é aniversário de alguém, porém, a muvuca é transferida para o local da festa.
No meu aniversário do ano passado também teve "Cafofo em casa", com a diferença que eu aproveitei beeem mais. Por ser aniversário de mainha, eu tive que tirá-la da cozinha e tomei seu posto de comandante das panelas. Todo mundo adorou a nova cozinheira! No final tinha gente querendo me contratar ou sugerindo que eu abrisse um restaurante kkkkkk.
Sou prendada, gente, pra casar só falta o marido, hahahaha!
Agora que não tem mais nada tão legal para fazer nas férias, vou dar uma estudadinha para não atrofiar o cérebro.
Ah, eu descobri algo sobre mim neste final de semana. Quem me conhece sabe que eu não danço, não sei dançar, sou meio travada. Mas, segundo tia Selma, eu danço sim! Enquanto eu mexia a panela de brigadeiro, ela percebeu que eu rebolava todinha, sem querer, hahahahaha. Vivendo e aprendendo, hihihi.
Depois, na hora da festa, os músicos começaram a chegar. Sim, tinha bandinha também. Essa é uma particularidade dos encontros da minha família. Como praticamente todos tocam algum instrumento e cantam, eles se reúnem semanalmente num lugar chamado Cafofo, para tocar, beber e jogar conversa fora. Quando é aniversário de alguém, porém, a muvuca é transferida para o local da festa.
No meu aniversário do ano passado também teve "Cafofo em casa", com a diferença que eu aproveitei beeem mais. Por ser aniversário de mainha, eu tive que tirá-la da cozinha e tomei seu posto de comandante das panelas. Todo mundo adorou a nova cozinheira! No final tinha gente querendo me contratar ou sugerindo que eu abrisse um restaurante kkkkkk.
Sou prendada, gente, pra casar só falta o marido, hahahaha!
Agora que não tem mais nada tão legal para fazer nas férias, vou dar uma estudadinha para não atrofiar o cérebro.
Ah, eu descobri algo sobre mim neste final de semana. Quem me conhece sabe que eu não danço, não sei dançar, sou meio travada. Mas, segundo tia Selma, eu danço sim! Enquanto eu mexia a panela de brigadeiro, ela percebeu que eu rebolava todinha, sem querer, hahahahaha. Vivendo e aprendendo, hihihi.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Calculo I nunca mais, eu espero.
Lembram daquele episódio de sai de baixo em que Caco tinha que reviver o mesmo diz trocentas de vezes até fazer a coisa certa? É um dos poucos momentos que me lembro da sério, porque eu era muito nova quando ela era transmitida e meus pais não me deixavam assistir.
Acontece que eu me sinto exatamente como Caco naquele episódio.
Sexta-feira da semana passada eu já estava reprova em cálculo, com média insuficiente para ir para a recuperação. Porém, meu querido professor resolveu dar uma chance a todo mundo e arrumou nossas notas para que pudéssemos fazer a bendita recuperação. Ele disse ainda que, se fosse necessário, poderia fazer outra recuperação na segunda-feira e mais outra na quarta, esta ultima apenas para aqueles que ainda tivessem chance de passar e que ele achava que mereciam.
Pois bem, estou no grupo dos alunos que ficaram para a terceira prova final e, até agora, não sei de mais ninguém que faça parte dele.
Estou aterrorizada com medo de não passar e ter que contar isso aos meus pais. Mainha já rezou para tudo quanto foi santo e painho ganhou umas tantas rugas a mais com o estresse que eu causei.
Ainda tenho que aprender a fazer dois tipos de questões e revisar tudo até as 15:30h de amanhã. Desejem-me toda a sorte do mundo e uma boa de uma iluminação na minha cabeça, por favor.
Acontece que eu me sinto exatamente como Caco naquele episódio.
Sexta-feira da semana passada eu já estava reprova em cálculo, com média insuficiente para ir para a recuperação. Porém, meu querido professor resolveu dar uma chance a todo mundo e arrumou nossas notas para que pudéssemos fazer a bendita recuperação. Ele disse ainda que, se fosse necessário, poderia fazer outra recuperação na segunda-feira e mais outra na quarta, esta ultima apenas para aqueles que ainda tivessem chance de passar e que ele achava que mereciam.
Pois bem, estou no grupo dos alunos que ficaram para a terceira prova final e, até agora, não sei de mais ninguém que faça parte dele.
Estou aterrorizada com medo de não passar e ter que contar isso aos meus pais. Mainha já rezou para tudo quanto foi santo e painho ganhou umas tantas rugas a mais com o estresse que eu causei.
Ainda tenho que aprender a fazer dois tipos de questões e revisar tudo até as 15:30h de amanhã. Desejem-me toda a sorte do mundo e uma boa de uma iluminação na minha cabeça, por favor.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Não foi dessa vvez
Fui reprovada em cálculo. Nem fiquei muito triste, porque esse negócio de se dar mal em cálculo é geral e até que eu tentei. Desde que prestei vestibular estava ciente que iria me lascar bonito nas matérias de engenharia. Ao menos foi só uma.
Hoje eu loguei no blogger pensando em chorar minhas pitangas e reclamar das reclamações da minha mamis, mas depois de ler o ultimo post do Neanderthal, desisti.
Que felicidade, hein, amiga?! kkkkk Contagiante!
Agora é férias, negada! Semestre que vem eu penso nisso de novo!
Hoje eu loguei no blogger pensando em chorar minhas pitangas e reclamar das reclamações da minha mamis, mas depois de ler o ultimo post do Neanderthal, desisti.
Que felicidade, hein, amiga?! kkkkk Contagiante!
Agora é férias, negada! Semestre que vem eu penso nisso de novo!
terça-feira, 5 de julho de 2011
HELP!
Essa palavra sempre me lembra a música dos Beatles.
Gente, eu tenho prova de cálculo quarta-feira, tenho que tirar mais que 5 para ir pra recuperação e isso não é fácil com o meu professor. EU PRECISO DORMIR!
Como é que desliga a porra do meu cérebro?
Preciso de um calmante dos bons.
Gente, eu tenho prova de cálculo quarta-feira, tenho que tirar mais que 5 para ir pra recuperação e isso não é fácil com o meu professor. EU PRECISO DORMIR!
Como é que desliga a porra do meu cérebro?
Preciso de um calmante dos bons.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Noite fria e triste.
Eu já falei aqui algumas vezes que tenho o maior medo de secar, esfriar com o tempo. De deixar de sentir as coisas intensamente, de me tornar meio mecânica, de me transformar num robô.
Essa noite eu ouvi alguém dizer que o sentimento que eu tenho por alguém que amo muito é doentio. Eu não sei em que planeta o amor é algo doentio. Também não sei porque, para algumas pessoas, não pode existir um amor verdadeiro entre amigos.
Eu acredito e aposto na definição de amizade daquela música que Rita Lee canta, quando diz que "amor sem sexo é amizade".
No meu curto tempo de vida, aprendi que não podemos julgar o que os outros sentem, podemos acreditar ou não, podemos corresponder ou não, mas não podemos dizer se é verdadeiro ou falso, sadio ou doentio.
Eu não acredito que um sentimento bonito e que não causa mal a ninguém seja doentio. Também não acredito que seja justo dizer isso a alguém.
Talvez eu precise rever meus conceitos a respeito dos sentimentos, talvez você precise, talvez todos nós precisemos.
Eu sou intensa de uma maneira que não é possível de se enxergar lendo essas palavras, além disso, sou igualmente sensível. Se eu deixo que você perceba essas características, ou ainda, se eu te mostro isso, seu eu te permito essa "invasão", se eu me doo dessa forma, o mínimo que espero em troca é respeito.
Sei que não devemos fazer nada esperando recompensa ou resposta, mas é natural criar expectativas e eu não me martirizo por isso. Também não me arrependo de ter te aberto o peito, nem depois de vc ter me ferido tão profundamente. Se você conseguiu chegar tão fundo, de alguma forma eu acredito no seu melhor e sei que você pode ser mais do que isso que me mostrou.
Já me falaram que você fala coisas assim para as pessoas, você mesmo já me disse isso. Na verdade, é isso que me deixa mais curiosa. Por que você magoa as pessoas assim? É medo de ser amado? Medo de que eu "adoeça" por você?
Vinícius de Moraes escreveu que ter medo de amar não faz ninguém feliz. Eu concordo e digo mais, acho que ter medo de ser amado torna o ser humano infeliz.
Talvez eu tenha medo de amar e, por isso, me feche, me esconda dentro de mim, mas espero não ter medo de ser amada por ninguém.
Que Deus tenha piedade de nossas almas e que tenhamos mais amor pra dar.
Enfim, foi só um desabafo torto. Nem revisei essa merda também. Tá tarde e eu preciso estudar para cálculo e fazer o trabalho de química.
Essa noite eu ouvi alguém dizer que o sentimento que eu tenho por alguém que amo muito é doentio. Eu não sei em que planeta o amor é algo doentio. Também não sei porque, para algumas pessoas, não pode existir um amor verdadeiro entre amigos.
Eu acredito e aposto na definição de amizade daquela música que Rita Lee canta, quando diz que "amor sem sexo é amizade".
No meu curto tempo de vida, aprendi que não podemos julgar o que os outros sentem, podemos acreditar ou não, podemos corresponder ou não, mas não podemos dizer se é verdadeiro ou falso, sadio ou doentio.
Eu não acredito que um sentimento bonito e que não causa mal a ninguém seja doentio. Também não acredito que seja justo dizer isso a alguém.
Talvez eu precise rever meus conceitos a respeito dos sentimentos, talvez você precise, talvez todos nós precisemos.
Eu sou intensa de uma maneira que não é possível de se enxergar lendo essas palavras, além disso, sou igualmente sensível. Se eu deixo que você perceba essas características, ou ainda, se eu te mostro isso, seu eu te permito essa "invasão", se eu me doo dessa forma, o mínimo que espero em troca é respeito.
Sei que não devemos fazer nada esperando recompensa ou resposta, mas é natural criar expectativas e eu não me martirizo por isso. Também não me arrependo de ter te aberto o peito, nem depois de vc ter me ferido tão profundamente. Se você conseguiu chegar tão fundo, de alguma forma eu acredito no seu melhor e sei que você pode ser mais do que isso que me mostrou.
Já me falaram que você fala coisas assim para as pessoas, você mesmo já me disse isso. Na verdade, é isso que me deixa mais curiosa. Por que você magoa as pessoas assim? É medo de ser amado? Medo de que eu "adoeça" por você?
Vinícius de Moraes escreveu que ter medo de amar não faz ninguém feliz. Eu concordo e digo mais, acho que ter medo de ser amado torna o ser humano infeliz.
Talvez eu tenha medo de amar e, por isso, me feche, me esconda dentro de mim, mas espero não ter medo de ser amada por ninguém.
Que Deus tenha piedade de nossas almas e que tenhamos mais amor pra dar.
Enfim, foi só um desabafo torto. Nem revisei essa merda também. Tá tarde e eu preciso estudar para cálculo e fazer o trabalho de química.
Ultimas notícias
A boa notícia é que eu passei em mecânica, nas matérias fáceis e, muito provavelmente, em química.
A má notícia é que, nem eu passando em calculo nesse semestre, eu deixarei de falar nessa pinimba, porque semestre que vem tem cálculo II. Se eu não passar em cálculo I será ainda pior, porque falarei nessa desgraça até o ano que vem, uma vez que ficarei um semestre atrasada.
Arrumei um professor por msn. Pena que ele tá tão lascado (ou mais) quanto eu, então, tenho que arrumar brechas para não atrapalhar os estudos dele.
Essa semana eu descobri que um conhecido está perdidamente apaixonado pela namorada e isso me fez lembrar que não estou apaixonada por ninguém. Por outro lado, estou carente pra caraio. Esse negócio de morar sozinha (ou quase) deixa o ser humano ainda mais perturbado.
Descobri também que um certo conhecido gosta de ser tratado na base da porrada. É só eu ser fria que o infeliz me trata bem, agora quando eu sou um amorzinho, ele fica de putância para o meu lado. Sacanagem! Sinceramente, eu prefiro ser amável com as pessoas e conviver com gente que prefere o meu pior me dá agonia.
Andei pensando muito mais do que deveria em relações passadas e isso é péssimo. Tenho que tomar jeito.
Também tenho que deixar as pessoas me conhecerem, senão vou ficar pensando no indivíduo o tempo inteiro, aí fode tudo de novo.
Enfim, voltarei a estudar agora, porque quarta-feira tem terceira prova de cálculo e sexta tem quarta. Precisarei de muita sorte e estudo.
Adivinhem! Não revisei o texto de novo, e daí? u.u
sábado, 25 de junho de 2011
Conversando
LS: Às vezes eu me sinto em um campo minado.
MB: Mas todos os campos são minados. A gente escolhe um e esquece das minas.
MB: Mas todos os campos são minados. A gente escolhe um e esquece das minas.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Organização é a palavra de ordem
Eu preciso ser mais organizada. É sério!
Acho que se eu tirar uma no início da semana e mais 15 minutinhos diários, poderei fazer um bom planejamento das minhas tarefas. Do jeito que está não dá para continuar. Aproveitarei este feriadão para arrumar isso direito.
No ultimo semestre de aulas no cefet eu tive aulas de cooperativismo e associativismo com uma engenheira de produção. A mulher era absurdamente organizada, tudo que ela fazia era meticulosamente planejado, era lindo de se ver. Nesse momento decidi que queria ser tão organizada quanto ela, afinal, se você organiza tudo bonitinho, planeja, coloca no papel todas as variáveis, em tese, não tem como dar errado. O problema é que não é tão fácil para mim ser organizada desse jeito, primeiro porque eu não sou lá das pessoas mais compromissadas do mundo com certos afazeres, segundo porque é chato pra caramba, né?!
Quando eu ficar fera no excel, criarei planilhas para me ajudar com isso, por enquanto, vai tudo na ponta do lápis mesmo que não tem erro.
Ah, a nota do famoso artigo saiu. Eu e a coleguinha tiramos 7,5. Vou perguntar ao professor quais partes estavam com mais problema, se forem as que eu escrevi, pagarei uma prenda. Podem escolher qual vai ser :D
Acho que se eu tirar uma no início da semana e mais 15 minutinhos diários, poderei fazer um bom planejamento das minhas tarefas. Do jeito que está não dá para continuar. Aproveitarei este feriadão para arrumar isso direito.
No ultimo semestre de aulas no cefet eu tive aulas de cooperativismo e associativismo com uma engenheira de produção. A mulher era absurdamente organizada, tudo que ela fazia era meticulosamente planejado, era lindo de se ver. Nesse momento decidi que queria ser tão organizada quanto ela, afinal, se você organiza tudo bonitinho, planeja, coloca no papel todas as variáveis, em tese, não tem como dar errado. O problema é que não é tão fácil para mim ser organizada desse jeito, primeiro porque eu não sou lá das pessoas mais compromissadas do mundo com certos afazeres, segundo porque é chato pra caramba, né?!
Quando eu ficar fera no excel, criarei planilhas para me ajudar com isso, por enquanto, vai tudo na ponta do lápis mesmo que não tem erro.
Ah, a nota do famoso artigo saiu. Eu e a coleguinha tiramos 7,5. Vou perguntar ao professor quais partes estavam com mais problema, se forem as que eu escrevi, pagarei uma prenda. Podem escolher qual vai ser :D
Quando falam por mim
A gente já perde tantas pessoas queridas com doenças, desastres naturais, guerras estúpidas, mas para alguns ainda não é suficiente tanta tristeza no mundo.
http://nascermulher.blogspot.com/2011/03/quem-esta-por-detras-das-estatisticas.html
http://nascermulher.blogspot.com/2011/03/quem-esta-por-detras-das-estatisticas.html
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Merds
Queria alguém aqui para me fazer um cafuné e dizer que tudo ficará bem, que eu não preciso me preocupar, que vai me ajudar a resolver o problema.
Tentei minha mãe, mas não rolou. Alguém se habilita?
quinta-feira, 16 de junho de 2011
"É isso aí"
Essa semana foi tão tensa. Acho que tem algum problema com a lua. Do meu quarto não posso vê-la. Será que está cheia? Dizem que os loucos ficam mais agitados na lua cheia. deve ser por isso que as coisas estão meio confusas, aparentemente mais complicadas do que de costume.
Apesar das complicações ouvi coisas que me deixaram feliz de verdade. Como, por exemplo, uma das minhas maiores referências dentro do curso disse que eu tenho perfil de consultora. Para quem não sabe, isso é o que qualquer estudante de engenharia de produção, sobretudo um calouro, quer ouvir, ainda mais se tais palavras vierem de uma das lendas do curso.
Outra afirmação bastante animadora desse meu ídolo foi de afirmar que não tirava boas notas nas matérias do ciclo básico. Ou seja, eu posso ser super foda como engenheira de produção sendo uma bosta em cálculo, mecânica e afins.
Torçam para que eu passe em cálculo e mecânica. A torcida de vocês costuma dar resultados.
Depois eu falo mais da minha vida de universitária. Estou cansadinha.
Apesar das complicações ouvi coisas que me deixaram feliz de verdade. Como, por exemplo, uma das minhas maiores referências dentro do curso disse que eu tenho perfil de consultora. Para quem não sabe, isso é o que qualquer estudante de engenharia de produção, sobretudo um calouro, quer ouvir, ainda mais se tais palavras vierem de uma das lendas do curso.
Outra afirmação bastante animadora desse meu ídolo foi de afirmar que não tirava boas notas nas matérias do ciclo básico. Ou seja, eu posso ser super foda como engenheira de produção sendo uma bosta em cálculo, mecânica e afins.
Torçam para que eu passe em cálculo e mecânica. A torcida de vocês costuma dar resultados.
Depois eu falo mais da minha vida de universitária. Estou cansadinha.
terça-feira, 14 de junho de 2011
E haja coisa
Apaguei as duas ultimas postagens, porque a coleguinha em questão poderia ler. Nunca se sabe.
Que semana mais tensa. Farei uma listinha das coisas que tenho que fazer, sem ordem de importância.
- Terminar de ler O Príncipe
- Terminar de ler Alma-de-gato
- Ler A Dominação Masculina
- Ler uma parte de A Distinção
- Ler o resto dos meus livros que estão encalhados na estante
- Fazer todas as listas de mecânica até uma aula antes da prova
- Estudar cálculo com todas as minhas forças
- Me impor um pouco mais
- Ser mais determinada
- Ser mais exigente comigo mesma
- Ser mais comprometida
- Ser mais organizada
- Comer mais cenoura
- Fazer exercícios físicos
- Ser ligeiramente mais tolerante
- Arrumar um remédio natural para olheiras
- Me alimentar melhor
- Administrar melhor minhas finanças
- Dedicar-me aos amigos
- Conhecer melhor os movimentos sociais da universidade
- Arrumar meu quarto
- Lavar roupa
- Lembrar de trazer um tênis e duas bolsas de casa
Acho que só. Se lembrar de mais alguma coisa, acrescento depois.
Que saudade das férias do CEFET.
Que semana mais tensa. Farei uma listinha das coisas que tenho que fazer, sem ordem de importância.
- Terminar de ler O Príncipe
- Terminar de ler Alma-de-gato
- Ler A Dominação Masculina
- Ler uma parte de A Distinção
- Ler o resto dos meus livros que estão encalhados na estante
- Fazer todas as listas de mecânica até uma aula antes da prova
- Estudar cálculo com todas as minhas forças
- Me impor um pouco mais
- Ser mais determinada
- Ser mais exigente comigo mesma
- Ser mais comprometida
- Ser mais organizada
- Comer mais cenoura
- Fazer exercícios físicos
- Ser ligeiramente mais tolerante
- Arrumar um remédio natural para olheiras
- Me alimentar melhor
- Administrar melhor minhas finanças
- Dedicar-me aos amigos
- Conhecer melhor os movimentos sociais da universidade
- Arrumar meu quarto
- Lavar roupa
- Lembrar de trazer um tênis e duas bolsas de casa
Acho que só. Se lembrar de mais alguma coisa, acrescento depois.
Que saudade das férias do CEFET.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
"Eu tive um sonho ruim e acordei chorando, por isso eu te liguei"
Que saudade infeliz filha da puta do caralho. É um crime ter que acordar cedo para estudar mecânica se sentindo assim, mas o mundo dá voltas, a vida segue, pararã, pararã.
Como diria nosso amigo Chico, "faz tempo que a gente cultiva a mais linda roseira que há, mas eis que chega a roda viva e carrega a roseira pra lá". Tem jeito não, a roda viva é matadora, carrega "mermo".
Entretanto, como toda roda que se preze, tem que voltar por essas bandas, trazendo o que levou, né, roda feladaputa?!
O que me lembra um poema de Álvaro de Campos. Ei-lo.
Partir!
Nunca voltarei
Nunca voltarei porque nunca se volta
O lugar a que se volta é sempre outro
A gare a que se volta é outra
Já não está a mesma gente, nem a mesma luz, nem a mesma filosofia.
Partir! Meu Deus, Partir!
Tenho medo de Partir!...*
O que que me lembra a aula de sociologia de hoje. Meu professor falou que a "salvação" está nos livros. Eu fiquei feliz de ter percebido isso sozinha e bem cedo.
A salvação para minha alma é a poesia e para minha mente são as palavras.
Eu já estou grogue, melhor ir dormir.
* Não sei se é o poema completo.
Como diria nosso amigo Chico, "faz tempo que a gente cultiva a mais linda roseira que há, mas eis que chega a roda viva e carrega a roseira pra lá". Tem jeito não, a roda viva é matadora, carrega "mermo".
Entretanto, como toda roda que se preze, tem que voltar por essas bandas, trazendo o que levou, né, roda feladaputa?!
O que me lembra um poema de Álvaro de Campos. Ei-lo.
Partir!
Nunca voltarei
Nunca voltarei porque nunca se volta
O lugar a que se volta é sempre outro
A gare a que se volta é outra
Já não está a mesma gente, nem a mesma luz, nem a mesma filosofia.
Partir! Meu Deus, Partir!
Tenho medo de Partir!...*
O que que me lembra a aula de sociologia de hoje. Meu professor falou que a "salvação" está nos livros. Eu fiquei feliz de ter percebido isso sozinha e bem cedo.
A salvação para minha alma é a poesia e para minha mente são as palavras.
Eu já estou grogue, melhor ir dormir.
* Não sei se é o poema completo.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Seilá*
Um dia alguém me ensinou que eu devo ter muito cuidado com as palavras, principalmente, sobre aquelas que expressam mais explicitamente o que sinto e penso. Este alguém me ensinou que é importante dizer o que sinto pelas pessoas, mas ainda mais importante é ter o máximo de certeza sobre o que sinto, até dizer.
Por vezes, considero-me cautelosa em demasia. Receio ter perdido (ou nunca ter encontrado) certa espontaneidade natural dos sentimentos, sobretudo das paixões, e, portanto, não ter permitido a mim mesma me envolver o suficiente em determinadas situações.
"alguém", "algum", "determinados", "certos", tudo tão vago. Disseram-me outro dia que prezo pelo que está implícito e foi aí que percebi que, além de poder ser exageradamente cautelosa, metade do que quero dizer continua preso na minha cabeça depois de eu me expressar. E eu aqui, escolhendo as palavras feito uma tonta, acreditando desmanchar meu peito em tinta. Não passo uma analfabeta no mundo das expressões e das paixões.
Sei que não te amo, beibe - ainda. Mas, assim mesmo, não brinque comigo. Essa boneca é frágil, é feita de palavras e sangue.
Por vezes, considero-me cautelosa em demasia. Receio ter perdido (ou nunca ter encontrado) certa espontaneidade natural dos sentimentos, sobretudo das paixões, e, portanto, não ter permitido a mim mesma me envolver o suficiente em determinadas situações.
"alguém", "algum", "determinados", "certos", tudo tão vago. Disseram-me outro dia que prezo pelo que está implícito e foi aí que percebi que, além de poder ser exageradamente cautelosa, metade do que quero dizer continua preso na minha cabeça depois de eu me expressar. E eu aqui, escolhendo as palavras feito uma tonta, acreditando desmanchar meu peito em tinta. Não passo uma analfabeta no mundo das expressões e das paixões.
Sei que não te amo, beibe - ainda. Mas, assim mesmo, não brinque comigo. Essa boneca é frágil, é feita de palavras e sangue.
domingo, 1 de maio de 2011
"Tempo de Despertar"
Eu acho que é tempo de despertar para um monte de coisas, sempre foi, na verdade. Porém, eu já cansei de ler e ouvir reclamações sobre a "péssima" música brasileira, a má qualidade da tevê aberta, a dominação da mídia. Mas o que porra esse povo que tanto reclama tem feito para mudar isso ou ao menos para buscar algo melhor? Na maioria das vezes, nada.
Eu acho que é tempo de criar coragem e parar de esperar que os músicos fantásticos que temos apareçam no programa do Faustão, de esperar que se pode aprender algo de útil com o sorteio dos números da Tele Sena, de fingir que os jornais são imparciais e que as grandes corporações não influenciam as informações que chegam até nós.
Eu cresci assistindo televisão, como grande parte das crianças da minha geração. Os anos se passaram e eu continuei assistindo, apenas adquiri uma coisinha chamada senso crítico. Eu assisto Faustão, novelas, todas essas coisas, mas tenho consciência de que não vou aprender muita coisa com aquilo e não coloco a culpa desse momento de "emburrecimento" na mídia, aliás, não culpo ninguém. Eu escolhi ligar a televisão. Como já disse uma propaganda da MTV "Desligue a TV e vá ler um livro". Todos nós podemos fazer isso, assim como podemos mudar de canal e assisitr TV Brasil, TV Cultura, Sesc TV. Pra quem gosta de música, arte, discussões inteligentes sobre política e sociedade, são ótimas opções. É uma pena que sejam considerados canais chatos - porque o bom mesmo é a quebração de pau às três horas da tarde.
No campo musical eu tive mais sorte, uma vez que boa parte dos meus familiares não gostam dessas músicas descartáveis, portanto, tive uma base forte no que respeita à música brasileira. Mas, para variar, eu não me contentei com isso. Até hoje busco conhecer novos artistas através da internet ou "na doida" mesmo. Ouço algo que me chama a atenção, anoto e depois procuro na internet, ou apenas me permito sair de casa para assistir o show de uma banda que eu não conheço. Garanto que não é difícil e na maioria das vezes é extremamente recompensador.
Quanto às informações que chegam até mim, confesso estar meio acomodada. Ao menos tenho o hábito de ler e o interesse em saber sempre mais, a fome por conhecimento. Tendo até a me enrolar com isso, porque evito discutir sem ter uma base de argumentação, o que me faz deixar muita coisa a ser estudada, além de todos os cálculos da faculdade.
Enfim, eu acho que agora, neste instante, é tempo de você despertar para o que está ao seu redor, de criar coragem para buscar alternativas ao que julga ruim. O primeiro passo é querer.
Eu fui!
Aqui está, para vocês conhecerem, a banda Seu Chico, que toca exclusivamente Chico Buarque:
Me acabei no show! Recomendo para todos que gostem de se divertir!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Presa no castelo
Incorporei a princesa de Olívia, hahaha!
Eu já disse aqui que sempre foi uma a filha que qualquer pai pediu a Deus. Não saio muito de casa, não gasto muito dinheiro, muito menos com bobagem, não passo horas pendurada no telefone, sempre passei por média, estudo em instituições federais desde o ensino médio, etc.
Sou aquele tipo de pessoa que fica com peso na consciência por qualquer merda. Mas tem horas que eu queria ser o oposto. Tem horas que eu gostaria de conseguir ser muito irresponsável, incosequente, mas, sei lá por que raios, eu simplesmente não consigo.
Fico com medo de gastar o dinheiro que meus pais mandam, mesmo sabendo que desde que eu cheguei aqui só saí à noite quando acompanhada por familiares. Sei muito bem que vim morar em Natal para estudar, mas e o meu lazer? Eu não tenho culpa de o custo de vida na capital ser superior ao da minha cidade, nem meus pais têm culpa de os seus salários não serem tão compatíveis com os custos daqui.
Eu quero ver Seu Chico, mainha! :/
Torçam pra que eles deixem eu ir!
Atualização rápida: Deixaram eu ir! *-*
Eu já disse aqui que sempre foi uma a filha que qualquer pai pediu a Deus. Não saio muito de casa, não gasto muito dinheiro, muito menos com bobagem, não passo horas pendurada no telefone, sempre passei por média, estudo em instituições federais desde o ensino médio, etc.
Sou aquele tipo de pessoa que fica com peso na consciência por qualquer merda. Mas tem horas que eu queria ser o oposto. Tem horas que eu gostaria de conseguir ser muito irresponsável, incosequente, mas, sei lá por que raios, eu simplesmente não consigo.
Fico com medo de gastar o dinheiro que meus pais mandam, mesmo sabendo que desde que eu cheguei aqui só saí à noite quando acompanhada por familiares. Sei muito bem que vim morar em Natal para estudar, mas e o meu lazer? Eu não tenho culpa de o custo de vida na capital ser superior ao da minha cidade, nem meus pais têm culpa de os seus salários não serem tão compatíveis com os custos daqui.
Eu quero ver Seu Chico, mainha! :/
Torçam pra que eles deixem eu ir!
Atualização rápida: Deixaram eu ir! *-*
terça-feira, 19 de abril de 2011
Lendo Alma-de-Gato - Flávio Moreira da Costa e pensando na vida
Eu adoro conhecer pessoas, descobrir seus gostos, suas ideias, pegar emprestado seus olhos para enxergar o mundo, ao menos por alguns instantes. Talvez seja por isso que tenho facilidade para fazer amizades. Porém, manter essas pessoas ao meu lado é uma tarefa bem mais difícil.
Ao conhecer alguém, eu costumo dizer que inicio um livro sobre ela. Página a página vou descrevendo essa pessoa, com notas de rodapé indicando minhas considerações a respeito de cada descoberta. A cada passo dado no relacionamento, um novo capítulo é iniciado, até que, por ventura, eu decida pousar o livro ou abandoná-lo de vez.
O meu maior erro, vejo agora, é esse pouso. Quando deixo de escrever, é porque deixo de perceber as mudanças dessa pessoa, me acomodo com que já foi escrito, sobretudo com as notas rasteiras, e passo a me frustrar com o que vejo de novo e contrário ao passado. As histórias mudam, menina! Novos capítulos devem ser escritos, novos personagens devem ser criados, novos ambientes também.
Sou intolerante com os meus escritos mais do que sou com as minhas leituras? Parece que sim. Não sei direito o que estou escrevendo. É tarde.
Outros, talvez, jogariam a "culpa" do fracasso desses escritos no protagonista da história. Não o faço, porque o protagonista é como é e, eu, enquanto mera relatora dos fatos, não posso lhe transformar a aparência. Limito-me a transfigurar meu próprio personagem nas histórias alheias, tentando dar o melhor de mim para torná-las inesquecíveis e impassíveis de abandono - ou pouso.
Eu gostaria de não te magoar nem que fosses tão mesquinho. Sei que algo te aflige, mas não posso ser eu a pagar pelas suas dores, por mais que queiramos. Elas são suas e eu também tenho as minhas.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
:/
Eu estou decepcionada. Eu jurava que me sairia bem em cálculo, mas não foi o que aconteceu. Tirei a pior nota entre todas as matérias e fiquei mais triste justamente por não esperar por algo tão ruim, pelo choque.
Estou me sentindo incapaz e isso é uma bosta.
Eu sei que esse sentimento vai passar e eu certamente recuperarei a nota, mas, por hora, estou bem desanimada.
Tenho que levar isso tudo mais a sério se quiser chegar a algum lugar.
Ps; não precisam comentar não. Foi só o desabafo.
Estou me sentindo incapaz e isso é uma bosta.
Eu sei que esse sentimento vai passar e eu certamente recuperarei a nota, mas, por hora, estou bem desanimada.
Tenho que levar isso tudo mais a sério se quiser chegar a algum lugar.
Ps; não precisam comentar não. Foi só o desabafo.
sábado, 16 de abril de 2011
Divagando
Eu acho meu nome muito bonito, mas ele soa estranho, né?! Tenho essa mania maluca de ficar reparando nas palavras. Um dia desses comecei a pensar em beijo. Não no ato de beijar, mas na palavra. Ô palavrinha feia! Não gosto, nunca gostei. Nem em outras línguas consigo achar bonito. Fui até procurar algum sinônimo, mas não encontrei. Achei apenas uma descrição que, por ser extensa demais para ser expressa cotidianamente - apesar de mais agradável aos meus ouvidos - perde a sonoridade ao juntar-se às outras expressões que acompanham o beijo. Tal descrição falava em "pousar os lábios". Pousar lembra passarinho, borboleta, bicho que voa, que flutua. Lembra algo leve e bonito, como é um beijo, ou melhor, como é um pousar de lábios.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Eu fico puta!
Hoje teve mais uma aula de sociologia. Finalmente eu descobri qual é a metodologia do meu professor e confesso que me encantei por ela. Se o objetivo dele for de fato o que eu estou imaginando, ele ganhou uma admiradora.
Eu estou na área tecnológica, mas adoro as aulas de sociologia e, diferente dos meus colegas, entendo a importância dessa disciplina para a nossa formação profissional. O que me frustra durante essas aulas não é o professor nem a matéria, mas a minha turma. Não existe coisa pior do que estar com a mente repleta de ideias, opiniões e não poder compartilhá-as com ninguém, não poder discutir um assunto qualquer, seja porque as pessoas não estão interessadas nesse tipo de discussão, seja porque elas não conseguem apreender as questões que geram o debate.
Depois de conversar com um amigo do curso de filosofia sobre o preconceito mútuo entre as áreas tecnológica e de humanas, e de observar o comportamento dos estudantes de engenharia com quem convivo, passei a pagar o maior pau pro pessoal de ciências humanas por dois motivos principais:
Motivo I: O pessoal de humanas tem muito mais tesão pelo que faz do que o pessoal da área tecnológica, uma vez que aqueles não estão estudando por dinheiro ou status, como podemos observar frequentemente nos cursos de engenharia.
Motivo II: Os profissionais da área de humanas entendem tanto seu valor na sociedade quanto o valor dos profissionais da área tecnológica, algo que raramente se percebe entre os profissionais da engenharia.*
Pra completar, o meu amigo aspirante a filósofo não tem tido muita paciência para conversar comigo. Agora estou ainda mais frustrada com essa porra toda.
Tô com vontade de dizer para todos que se fodam. :D
*Afirmo isso de maneira extremamente genérica e superficial.
Eu estou na área tecnológica, mas adoro as aulas de sociologia e, diferente dos meus colegas, entendo a importância dessa disciplina para a nossa formação profissional. O que me frustra durante essas aulas não é o professor nem a matéria, mas a minha turma. Não existe coisa pior do que estar com a mente repleta de ideias, opiniões e não poder compartilhá-as com ninguém, não poder discutir um assunto qualquer, seja porque as pessoas não estão interessadas nesse tipo de discussão, seja porque elas não conseguem apreender as questões que geram o debate.
Depois de conversar com um amigo do curso de filosofia sobre o preconceito mútuo entre as áreas tecnológica e de humanas, e de observar o comportamento dos estudantes de engenharia com quem convivo, passei a pagar o maior pau pro pessoal de ciências humanas por dois motivos principais:
Motivo I: O pessoal de humanas tem muito mais tesão pelo que faz do que o pessoal da área tecnológica, uma vez que aqueles não estão estudando por dinheiro ou status, como podemos observar frequentemente nos cursos de engenharia.
Motivo II: Os profissionais da área de humanas entendem tanto seu valor na sociedade quanto o valor dos profissionais da área tecnológica, algo que raramente se percebe entre os profissionais da engenharia.*
Pra completar, o meu amigo aspirante a filósofo não tem tido muita paciência para conversar comigo. Agora estou ainda mais frustrada com essa porra toda.
Tô com vontade de dizer para todos que se fodam. :D
*Afirmo isso de maneira extremamente genérica e superficial.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Quando falam por mim
Estava relendo Só e mal acompanhado, quando me encontrei em um texto.
QUARTA-FEIRA, 19 DE NOVEMBRO DE 2008
Eu sinto que tenho duas pessoas em mim: Um eterno garoto que todo mundo conhece, e outro que ninguém faz idéia de como se construiu. Essa é a maior dificuldade que enfrenta alguém que se muda em busca de seus sonhos, e tenho convivido com isso todos os minutos do meu dia. O meu passado encharcado dos momentos que eu vivi pertence ao mesmo corpo de um mundo completamente virgem do meu presente, e tolero tudo isso esperando ser uma soma dos dois no futuro.
A Kombi que antes eu pegava para ir à escola transformou-se no metrô, ou num ônibus que às vezes ainda esqueço o número; a única avenida da minha cidade transformou-se num labirinto inesgotável de possibilidades e de erros; a escola que eu achava enorme transformou-se num prédio incomensurável, cheio de salas, laboratórios e principalmente pessoas. E finalmente, as tais pessoas que eu realmente conheço não cruzam comigo pelos corredores da UERJ, nem bebem cerveja comigo no Pavão Azul, pois essas pessoas só vieram para o Rio de Janeiro dentro de mim.
A violência da cidade grande nunca me assustou, mas a certeza de que vou voltar para casa e me encontrar sozinho com a minha TV me assusta diariamente, mais até que as imagens terríveis de tiroteios que assisto na minha maior companhia.
Reparo, às vezes, que é fácil lidar com os colegas, mas muito difícil fazer amigos, porque a faculdade é o lugar de se viver tudo aquilo que a vida pode proporcionar de mais efêmero. Não que não se construam amigos por lá, mas que nela seus colegas estão mais preocupados com o trabalho do professor tal, ou com a leitura do capítulo 14 do livro do Hobsbawn. E que, portanto, há menos tempo para a entrega que exige a amizade.
De forma alguma quero dizer que as efemeridades da vida são menos importantes que as coisas duradouras, nem que a escola do interior é melhor que a faculdade. Só digo que são diferentes, e que é difícil conviver com antíteses dentro de si.
O professor não saber seu nome; o receio de sair com seu notebook na rua; o tempo gasto para chegar à casa de um amigo seu... Tudo isso pertence a um mesmo mundo que também conta com a facilidade de ir a uma peça de teatro, a oferta de shows e restaurantes, a imensa possibilidade de escolhas e preferências que só a cidade grande pode te oferecer.
Aconselho a quem puder vivenciar de ambas as experiências que o faça, pois o mundo é muito grande para nos recolhermos ao nosso nicho, mas que carregue consigo tudo aquilo que construiu antes de mergulhar nesse mar tão perigoso que é viver.
A Kombi que antes eu pegava para ir à escola transformou-se no metrô, ou num ônibus que às vezes ainda esqueço o número; a única avenida da minha cidade transformou-se num labirinto inesgotável de possibilidades e de erros; a escola que eu achava enorme transformou-se num prédio incomensurável, cheio de salas, laboratórios e principalmente pessoas. E finalmente, as tais pessoas que eu realmente conheço não cruzam comigo pelos corredores da UERJ, nem bebem cerveja comigo no Pavão Azul, pois essas pessoas só vieram para o Rio de Janeiro dentro de mim.
A violência da cidade grande nunca me assustou, mas a certeza de que vou voltar para casa e me encontrar sozinho com a minha TV me assusta diariamente, mais até que as imagens terríveis de tiroteios que assisto na minha maior companhia.
Reparo, às vezes, que é fácil lidar com os colegas, mas muito difícil fazer amigos, porque a faculdade é o lugar de se viver tudo aquilo que a vida pode proporcionar de mais efêmero. Não que não se construam amigos por lá, mas que nela seus colegas estão mais preocupados com o trabalho do professor tal, ou com a leitura do capítulo 14 do livro do Hobsbawn. E que, portanto, há menos tempo para a entrega que exige a amizade.
De forma alguma quero dizer que as efemeridades da vida são menos importantes que as coisas duradouras, nem que a escola do interior é melhor que a faculdade. Só digo que são diferentes, e que é difícil conviver com antíteses dentro de si.
O professor não saber seu nome; o receio de sair com seu notebook na rua; o tempo gasto para chegar à casa de um amigo seu... Tudo isso pertence a um mesmo mundo que também conta com a facilidade de ir a uma peça de teatro, a oferta de shows e restaurantes, a imensa possibilidade de escolhas e preferências que só a cidade grande pode te oferecer.
Aconselho a quem puder vivenciar de ambas as experiências que o faça, pois o mundo é muito grande para nos recolhermos ao nosso nicho, mas que carregue consigo tudo aquilo que construiu antes de mergulhar nesse mar tão perigoso que é viver.
Postado por P.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Sexta-feira muito louca
Me fodi em química.
Me fodi em mecânica clássica.
Resta agora não me foder em cálculo ( rá!).
Agooora eu entendi aquela coisa de viver estudando e tal. É o que eu preciso fazer de agora em diante. E por que não estou estudando em vez de escrever? Porque eu fiz a porra da prova de mecânica e depois tive uma aula de cálculo, ou seja, meu cérebro não presta para nada até eu ter uma boa noite de sono.
Apesar de correr o risco de repetir essas matérias maravilhosas, eu estou felizinha. Minha mamis ligou dizendo que vem a "tropa" (by painho) aqui pra Natal nesse fim de semana. *o*
Eu vou ver minha mããããeeeee *-*
Ps; Fico triste por Laura, minha nova amiga. A família dela mora em Cuiabá, Mato Grosso, e ela só os verá nas férias do meio do ano. Eu passei um mês longe da minha mãe e já tô meio deprê, imagine Laurinha. :/
Me fodi em mecânica clássica.
Resta agora não me foder em cálculo ( rá!).
Agooora eu entendi aquela coisa de viver estudando e tal. É o que eu preciso fazer de agora em diante. E por que não estou estudando em vez de escrever? Porque eu fiz a porra da prova de mecânica e depois tive uma aula de cálculo, ou seja, meu cérebro não presta para nada até eu ter uma boa noite de sono.
Apesar de correr o risco de repetir essas matérias maravilhosas, eu estou felizinha. Minha mamis ligou dizendo que vem a "tropa" (by painho) aqui pra Natal nesse fim de semana. *o*
Eu vou ver minha mããããeeeee *-*
Ps; Fico triste por Laura, minha nova amiga. A família dela mora em Cuiabá, Mato Grosso, e ela só os verá nas férias do meio do ano. Eu passei um mês longe da minha mãe e já tô meio deprê, imagine Laurinha. :/
quarta-feira, 30 de março de 2011
Fica para a próxima.
Não entrei na empresa jr do meu curso. :/
Agora buscarei os projetos de pesquisa na área de gestão de pessoas e uns cursos de idiomas disponibilizados pela universidade. Tomara que isso dê certo.
Só tentarei entrar na empresa novamente do terceiro período em diante, mas não desistirei.
É normal ficar se perguntando se é isso mesmo que a gente quer fazer, se é esse curso mesmo, logo no primeiro período? Estou com medo de ter tomado uma decisão errada. :/
Agora buscarei os projetos de pesquisa na área de gestão de pessoas e uns cursos de idiomas disponibilizados pela universidade. Tomara que isso dê certo.
Só tentarei entrar na empresa novamente do terceiro período em diante, mas não desistirei.
É normal ficar se perguntando se é isso mesmo que a gente quer fazer, se é esse curso mesmo, logo no primeiro período? Estou com medo de ter tomado uma decisão errada. :/
terça-feira, 15 de março de 2011
Homenagem ao dia da Poesia (14/03)
ONDE
Entre a ânsia
e a distância
onde me ocultar?
Entre o medo
e o multiapego
onde me atirar?
Entre a querência
e a clarausência
onde me morrer?
Entre a razão
e tal paixão
onde me cumprir?
Zila Mamede
Eu ia postar um poema de Antônio Francisco, cordelista potiguar que ocupa a cadeira de Patativa do Assaré na Academia Brasileira de Literatura de Cordel e de quem tenho dois livros autografados, mas o livro que contém o tal poema ficou no interior. Depois eu mostro para vocês.
Zila Mamede foi uma grande poetisa, também potiguar (da mesma cidade que eu), e foi homenageada pela
Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 1985 ao ter seu nome dado à Biblioteca Central.
segunda-feira, 14 de março de 2011
14 de março
O Carnaval passou para mim como um feriado sem significado, apenas um punhado de dias sem aulas que me possibilitaram ir para casa. Não saí, não dancei, nem pulei, nem bebi, nem dei a piriquita.
Eu acho muito bonito ver a alegria das pessoas, mas essa festa não me alegra.
Ao tomarmos o carnaval como sinônimo de alegria, desprendimento e liberdade, eu não consigo associá-lo ao feriado do carnaval, mas sim ao dia 14 de março.
Não é meu aniversário, é melhor que isso. 14 de março é o dia da poesia. Poucos sabem, menos ainda lembram e quase ninguém dá importância.
Entretanto, esse ano não tive meu Carnaval. Fiquei presa em Natal e, como ainda não sei me virar tão bem por aqui (e sou medrosa pra cacete) não tive um dia de poesia.
Não ouvi declamações, performances poéticas, não vi um dos meus poetas preferidos. Chorei por isso.
Ok, eu estou naqueles dias e isso me torna mais sensível, mas eu amo poesia.
Como o poeta WJG costuma dizer, ler é como comer, dormir, tomar banho, escovar os dentes. A gente precisa fazer. E ler poesia é uma de minhas necessidades. Não me basta ler um livro qualquer, além disso preciso de versos, estrofes, rimas. Mesmo em prosa, precisa ter poesia.
Leio poemas ao menos uma vez por semana, ouço música quase que diariamente e não sei como há pessoas que conseguem viver sem isso. Não julgo, pois sequer sou capaz de imaginar como seria viver sem poesia.
Eu acho muito bonito ver a alegria das pessoas, mas essa festa não me alegra.
Ao tomarmos o carnaval como sinônimo de alegria, desprendimento e liberdade, eu não consigo associá-lo ao feriado do carnaval, mas sim ao dia 14 de março.
Não é meu aniversário, é melhor que isso. 14 de março é o dia da poesia. Poucos sabem, menos ainda lembram e quase ninguém dá importância.
Entretanto, esse ano não tive meu Carnaval. Fiquei presa em Natal e, como ainda não sei me virar tão bem por aqui (e sou medrosa pra cacete) não tive um dia de poesia.
Não ouvi declamações, performances poéticas, não vi um dos meus poetas preferidos. Chorei por isso.
Ok, eu estou naqueles dias e isso me torna mais sensível, mas eu amo poesia.
Como o poeta WJG costuma dizer, ler é como comer, dormir, tomar banho, escovar os dentes. A gente precisa fazer. E ler poesia é uma de minhas necessidades. Não me basta ler um livro qualquer, além disso preciso de versos, estrofes, rimas. Mesmo em prosa, precisa ter poesia.
Leio poemas ao menos uma vez por semana, ouço música quase que diariamente e não sei como há pessoas que conseguem viver sem isso. Não julgo, pois sequer sou capaz de imaginar como seria viver sem poesia.
A @#$%* da chave.
Aqui em Natal eu moro em uma espécie de pensionato. É uma casa cujos quartos são alugados preferencialmente para estudantes moças. No aluguel estão inclusos água, luz, internet e gás, já que a comida é preparada por nós mesmos.
Aos finais de semana, algum familiar vem me buscar para ficar em sua casa até a segunda pela manhã, e assim aconteceu na ultima sexta-feira. Eu cheguei da faculdade, fiz um lanche, tomei banho, arrumei minha trouxa e esperei tia S. vir me buscar. Mas algo inesperado me aguardava neste fim de semana, ao fechar a porta, peguei, por engano, a chave da dona da casa e não percebi o erro em momento algum. Ontem à noite, me liga a mulher perguntando se eu estou com a chave dela e eu respondo:
- Não, dona M. Eu só usei a minha mesmo.
Respondi de imediato, com total segurança, sem sequer cogitar dar uma olhada na bolsa.
Hoje pela manhã, ao arrumar minha trouxinha para voltar à casa de dona M. Percebo um chaveiro diferente. Puta que pariu! Eu estava com a chave da mulher o tempo inteiro e nem percebi.
Sei que foi um erro bastante humano e que não fez tanto mal a ninguém, mas eu odeio ser irresponsável. O que me custava ter dado uma olhada na bolsa quando dona M perguntou? Assim teria evitado que ela ficasse toda embolotada de preocupação. Me senti muito mal por isso, ainda mais porque ela sempre elogiou minha organização (e minha comida).
Ninguém gosta de errar, mas cometer erros bobos parece ainda mais frustrante.
Ao menos sei que tomarei mais cuidado com as chaves daqui por diante.
No mais, o final de semana foi bem tranquilo. Gosto muito de ir para a casa de tia S. As meninas são engraçadas, tem internet e uma cama confortável.
Próxima sexta-feira irei para minha casinha no interior. *-* Para essa festa.
Aos finais de semana, algum familiar vem me buscar para ficar em sua casa até a segunda pela manhã, e assim aconteceu na ultima sexta-feira. Eu cheguei da faculdade, fiz um lanche, tomei banho, arrumei minha trouxa e esperei tia S. vir me buscar. Mas algo inesperado me aguardava neste fim de semana, ao fechar a porta, peguei, por engano, a chave da dona da casa e não percebi o erro em momento algum. Ontem à noite, me liga a mulher perguntando se eu estou com a chave dela e eu respondo:
- Não, dona M. Eu só usei a minha mesmo.
Respondi de imediato, com total segurança, sem sequer cogitar dar uma olhada na bolsa.
Hoje pela manhã, ao arrumar minha trouxinha para voltar à casa de dona M. Percebo um chaveiro diferente. Puta que pariu! Eu estava com a chave da mulher o tempo inteiro e nem percebi.
Sei que foi um erro bastante humano e que não fez tanto mal a ninguém, mas eu odeio ser irresponsável. O que me custava ter dado uma olhada na bolsa quando dona M perguntou? Assim teria evitado que ela ficasse toda embolotada de preocupação. Me senti muito mal por isso, ainda mais porque ela sempre elogiou minha organização (e minha comida).
Ninguém gosta de errar, mas cometer erros bobos parece ainda mais frustrante.
Ao menos sei que tomarei mais cuidado com as chaves daqui por diante.
No mais, o final de semana foi bem tranquilo. Gosto muito de ir para a casa de tia S. As meninas são engraçadas, tem internet e uma cama confortável.
Próxima sexta-feira irei para minha casinha no interior. *-* Para essa festa.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Saindo de casa - Parte III
Eu reclamei, reclamei, mas foi só para não perder o costume. Logo na primeira semana de aula, me inscrevi no processo seletivo da empresa júnior do meu curso. Quero muitíssimo entrar na empresa, porque poderei ver na prática conceitos que ainda não vi nem na teoria, mas sei que terei que me dedicar muito e abdicar de algumas coisas para não me atrasar e ainda conseguir crescer com a empresa.
Envolver-me em uma empresa logo no primeiro semestre representa um risco para o meu desempenho acadêmico nas disciplinas primárias, que não têm relação direta com os trabalhos desenvolvidos pelo engenheiro de produção. Entretanto, acredito que sou capaz de desempenhar as duas funções com responsabilidade e comprometimento.
Torçam para que eu seja aprovada! *-*
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
saindo de casa - parte II
Nossa senhora!
Estou um trapo e olhe que as aulas mal começaram. Espero que melhore no semestre que vem...
Todos os dias saio de casa às 12:30 e só chego às 19h. Chego cansaaaaaada que só eu. Mas o dia ainda não está perto de terminar, tenho que ligar para meus pais avisando que cheguei bem, preparar o jantar, comer, tomar banho, arrumar as coisas para o dia seguinte, descobrir como se mexe no sistema acadêmico da ufrn, encontrar os materiais, ler, falar com os meus amigos e, enfim, dormir.
Me avisaram que vida de universitário é difícil e o negócio só tende a piorar. Estou meio angustiada por causa da saudade e da dificuldade em me adaptar, mas uma hora isso passa e eu me acostumarei a viver aqui.
Prefiro minha cidade, onde a umidade é mais baixa e tenho minha família por perto.
Torçam para que eu consiga mexer no sigaa e achar os materiais que os professores mandaram. Tá tenso aqui.
*As postagens que pretendia escrever ficam suspensas até eu conseguir pensar em outra coisa. Um dia elas saem, tenho fé.
Estou um trapo e olhe que as aulas mal começaram. Espero que melhore no semestre que vem...
Todos os dias saio de casa às 12:30 e só chego às 19h. Chego cansaaaaaada que só eu. Mas o dia ainda não está perto de terminar, tenho que ligar para meus pais avisando que cheguei bem, preparar o jantar, comer, tomar banho, arrumar as coisas para o dia seguinte, descobrir como se mexe no sistema acadêmico da ufrn, encontrar os materiais, ler, falar com os meus amigos e, enfim, dormir.
Me avisaram que vida de universitário é difícil e o negócio só tende a piorar. Estou meio angustiada por causa da saudade e da dificuldade em me adaptar, mas uma hora isso passa e eu me acostumarei a viver aqui.
Prefiro minha cidade, onde a umidade é mais baixa e tenho minha família por perto.
Torçam para que eu consiga mexer no sigaa e achar os materiais que os professores mandaram. Tá tenso aqui.
*As postagens que pretendia escrever ficam suspensas até eu conseguir pensar em outra coisa. Um dia elas saem, tenho fé.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Saindo de casa - Parte I
Amanhã irei para Natal de mala e cuia (ou quase). Volto dentro de alguns dias com um pc novo e outras novidades sobre minha nova vidjinha! *-*
Sorte para mim! o/ (eu sempre preciso).
Sorte para mim! o/ (eu sempre preciso).
domingo, 30 de janeiro de 2011
Na escola
Eu sempre me relacionei bem com os meus professores, por algum motivo eles sempre iam com a minha cara. Um deles disse até que gostava de mim de graça, e eu também gostava muito dele. Mas isso não acontecia sempre, quero dizer, nem sempre era recíproco. Mesmo os professores que eu não suportava, gostavam de mim. Vai entender, né?
Quando eu comecei o terceiro ano do ensino médio, passei a ter aulas de filosofia. O professor responsável pela matéria era o típico professor de filosofia, todo malucão, cheio de graça, meio doido mesmo, mas tinha uma dificuldade enorme para aprender os nomes dos alunos. A turma gostava dele, o achava engraçado, mas eu tinha um apreço especial por ele ser professor de filosofia, matéria que eu gostava antes até de conhecer.
O ano foi passando e o pessoal foi perdendo o interesse, afinal, filosofia no colégio é como arte e educação física, nem precisa estudar, é só ir para as aulas que passa. Sendo que eu era diferente, participava das discussões, fazia as atividades, era uma aluna exemplar. Essa dedicação toda à matéria me fez ser a primeira aluna cujo nome foi lembrado pelo tal professor malucão. Na festinha de final de ano da turma, me surpreendo ao ouvir o professor me chamando pelo nome. Fiquei super feliz, né?! Me achando a queridinha da turma. Mal sabia o que me esperava lá na frente.
No ano seguinte, a matéria era sociologia e eu já não tinha mais tanto interesse nas aulas, estava mais preocupada com as matérias que eu precisava de nota, com o trabalho de conclusão de curso e com o monstro do vestibular. Mas o diabo do professor escasquetou comigo.
Nos eventos culturais da escola e me cumprimentava, dizendo "que bom te ver por aqui"; quando eu ia para aula com os cabelos soltos, ele passava a aula inteira falando sobre as mulheres deverem usar sempre os cabelos soltos (com o que calor que faz aqui? Senta lá); e ainda teve a coragem de reclamar das minhas notas (acima da média), que tinham caído um pouco, se oferecendo para me "ajudar" com a matéria ou "conversar" se estivesse passando por algum problema.
Vocês podem pensar "Ah, mas ele estava querendo te ajudar, por você ter sido uma aluna mais interessada, no passado", mas havia vários alunos correndo risco de não passar na matéria dele, portanto, tinha mais com o que se preocupar ao invés de ir atrás de uma aluna que já estava passada desde o terceiro bimestre.
Resultado, fiquei com nojo do cara. Porra, um velho babão, meu professor e dando em cima de mim? Se mata, meu filho.
Alguns professores eu levarei no meu coração para o resto da vida como grandes mestres ou como amigos, mas a ideia de ter um relacionamento com um professor não me atrai de jeito nenhum. Apesar de ter sido comum entre os meus professores e as minhas amigas, eu não sei se teria estômago para tanto.
Professores que mudaram minha vida: Aparecida (português), Iara Maria de Carvalho (literatura - grande poetisa potiguar, deem uma googleada!), Bruno Lima (inglês), Negão (matemática), Geraldo (física), Gerardo Júnior (história - uma inspiração), Adalto e Maria Luíza (geografia), Odisséia e Aristides (alimentos), Renata Lissa (Cooperativismo e Associativismo), Suély (arte - me apresentou à minha cultura).
Obrigada a todos vocês!
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
"De repente, não mais que de repente."
Mudei a carinha do blog. O que acharam?
Para um ano repleto de mudanças, um blog com mudanças.
Para um ano repleto de mudanças, um blog com mudanças.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Uma lmbrancinha
Hoje, enquanto lia os últimos comentários que concorrem ao DVD do Ira no blog Delitos Perdidos, percebi o quanto gostaria de ganhar um presente. Mas nem estou me insinuando para o sorteio, já disse que não gosto muito de Ira e Eurico já disse que só vai dar para alguém que vá gostar de verdade de receber o DVD.
Eu pensei mesmo em quanto tempo faz que não ganho nada, nem uma balinha de iogurte, nenhum agrado. Papai Noel passou aqui esse ano sim, me deu de presente a aprovação no vestibular, mas eu queria, ou melhor, eu quero um presente de alguém que eu goste e que goste de mim, porque Papai Noel eu não conheço, nunca fui apresentada (se o senhor quiser, pode comentar, ok?).
Eu quero mesmo é ver alguém querendo me agradar, alguém podendo fazer isso. Estou sentindo falta de ser mimada por alguém Qualquer pessoa serve, amigos, familiares, pretendentes... Mas tá osso, viu?
Só tenho outra exigência, além dessa, o presente tem que ser algo tridimensional. Nada virtual, porque recentemente eu aprendi que presentes virtuais podem nos ser roubados com a maior facilidade, sobretudo por quem nos deu o presente e de gente me magoando, eu já estou muito bem servida, obrigada! Por essas e por outras que passei a valorizar bem mais as cartas e o estilo retrô nos relacionamentos de qualquer tipo.
Sei que estou prestes a conhecer dezenas e dezenas de pessoas nessa nova fase da minha vida, mas eu só consigo pensar em me destacar no curso e arrumar um emprego URGENTE! Muito urgente mesmo. Urgentíssimo.
Deus me dê força e coragem para seguir em frente, superando todos os obstáculos que surgirem pelo caminho (e olhe que nem pisei na universidade ainda).
Que haja mais a amor no mundo, principalmente na minha vida.
*Embolei tudo hoje, mas... Só soltei.
** Ah, apesar de eu adorar presentear as pessoas por puro prazer, eu não espero que retribuam. Taí uma coisa que eu estou deixando de fazer, esperar.
sábado, 8 de janeiro de 2011
"Aí então a euforia, um belo dia, vai passar.."
Agora que a euforia de ter passado no vestibular passou, eu começo a pensar em algumas consequências dessa aprovação, como aonde vou morar durante esse ano, se vou começar a trabalhar logo, quando poderei aprender a dirigir e ainda todas as minhas metas para o ano.
Lar doce lar: Não estou muito preparada para sair da minha casinha, da minha cidade, mas é o jeito, né? Fazer o quê? Por enquanto, parece que os meus familiares também não estão muito preparados para isso também, porque ninguém ofereceu um cantinho para essa pobre alma estudiosa.
Quando conversei com a minha mãe, ela disse que espera que alguém da família que já mora em Natal me ofereça um teto pelo menos durante este semestre ou este ano, só para o choque nas despesas da família não ser tão gigantesco. Se ninguém falar nada, vou tentar dividir apartamento com uma de minhas amigas ou então vou atrás de um pensionato.
Tá difícil para eu decidir sozinha, já que meus pais que irão me sustentar e até agora a ficha deles parece não ter caído.
CRQ: Procurei o site do Conselho Regional de Química no meu estado, mas não consegui muita coisa. Como técnica em alimentos, eu preciso do registro no conselho para poder trabalhar. Eu tenho chances bem maiores de conseguir um bom salário com o diploma de técnica em alimentos do que com o de ensino médio comum, e já que eu passei 4 anos me lascando naquela bagaça, vou fazer valer o que aprendi durante esse tempo. Mas eu também preciso aproveitar essas férias para revisar todas as matérias técnicas do curso, sobretudo aquelas relacionadas ao trabalho de consultor, para chegar lá com tudo na ponta da língua.
Vamos lá, Coragem!
Habilitação: Desde criança que eu sonho em aprender a dirigir. Meu pai sempre teve carro, porque ele viaja muito a trabalho pela região, já minha mãe nunca aprendeu e eu vi o quanto era chato ter que depender de painho para se locomover, sobretudo nas viagens.
No meu aniversário de 18 anos, meu pai me prometeu a bendita carteira de habilitação, mas ficou combinado que eu começaria apenas nas férias, para não atrapalhar meu desempenho no vestibular ou no fim do curso. Entretanto, quando passa o vestibular, eu pego catapora e fico de molho em casa durante duas semanas, atrasando meu ingresso na autoescola. Depois disso vieram as festas de fim de ano, a formatura no início do outro ano e me restam apenas 20 dias para aprender a dirigir, ou seja, fodeu. Dirigir, agora, só nas férias de fim de ano.
Tudo novo de novo: Dois dias antes de passar no vestibular, eu prometi que se fosse aprovada, só voltaria a comer carne vermelha em fevereiro. Eu sei que para muita gente isso é fácil, mas para mim não é. Não mesmo. Mas tem seu lado positivo, terei um mês bem mais leve e a abstinência de carne durante esse período me ajudará criar novas alternativas e a reduzir o meu consumo de carne durante o ano.
Também preciso estudar mais, ler mais (hábito que acabou adormecendo durante um ano super cansativo mentalmente), comer mais frutas, verduras, chás e azeite, continuar a não me embebedar e dar um jeito de fazer mais exercícios físicos e neuróbicos.
Para tudo isso dar certo, eu precisarei dormir menos, passar menos tempo na internet, comer menos gordura, açúcar e sal, parar de ser fresca com alguns alimentos saudáveis, não cair na onda dos novos coleguinhas, não esquecer jamais dos meus princípios, e, principalmente, jogar a preguiça para longe, bem longe.
Acredito que 2011 não será nada fácil, mas tenho fé que seja um ano muito feliz.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
*----------*
PAAAAAAASSSSSSSEEEEEEEEEEEEEIIIIIIIIII!!!!!!!!!!
Engenharia de Produção UFRN 2011.1
Obrigada! *-*
Engenharia de Produção UFRN 2011.1
Obrigada! *-*
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Um pé dentro e outro fora.
Essa parece ser a semana mais demorada da minha vida! Isso porque o bendito resultado do vestibular só será divulgado nesta sexta-feira, o que me deixa assim meio louca. Só penso nisso, sonho com isso, só falo sobre isso (ou quase). Está difícil até de me suportar, que dirá meus amigos e familiares que já estão mais que cansados de ouvir minha ladainha. Mas, pior do que esperar o resultado, será receber um resultado negativo. Aí sim vocês verão uma pessoa deprimida por um bom tempo.
Toda a ansiedade me leva a formular uma teoria sobre o vestibular. Além de existirem a primeira e a segunda fase, existe uma terceira fase que é o teste de controle psicológico. Se a pessoa não enlouquecer, se matar, ou matar alguém desde a resolução das provas até o resultado final, terá a chance de ingressar na universidade. Olhe aí, a UFRN me preparando para a vida antes mesmo de eu começar a estudar lá.
Como se não bastasse toda essa preocupação, hoje será a minha formatura como técnica em alimentos. Depois de quatro exaustivos anos, eu serei uma técnica. Esse nome (técnica) nunca soou tão bem. *-*
Logo mais eu sairei para arrumar o cabelo (preservando meus cachinhos, claro), ser maquiada e blá blá blá.
Confesso que ainda não sinto a menor saudade dos meus colegas de turma e nos últimos dias eles têm me deixado mais irritada que feliz, então, nem faço questão de participar do jantar pós-formatura da turma, vou sair com a minha família mesmo que sempre esteve e estará comigo.
Quando tudo isso passar, eu entrarei de férias de verdade! *o*
Desejem-me sorte! :D
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