quarta-feira, 30 de março de 2011

Fica para a próxima.

Não entrei na empresa jr do meu curso. :/
Agora buscarei os projetos de pesquisa na área de gestão de pessoas e uns cursos de idiomas disponibilizados pela universidade. Tomara que isso dê certo.
Só tentarei entrar na empresa novamente do terceiro período em diante, mas não desistirei.

É normal ficar se perguntando se é isso mesmo que a gente quer fazer, se é esse curso mesmo, logo no primeiro período? Estou com medo de ter tomado uma decisão errada. :/

terça-feira, 15 de março de 2011

Homenagem ao dia da Poesia (14/03)

ONDE


Entre a ânsia
     e a distância
     onde me ocultar?


Entre o medo
     e o multiapego
     onde me atirar?


Entre a querência
     e a clarausência
     onde me morrer?


Entre a razão
     e tal paixão
     onde me cumprir?


Zila Mamede

Eu ia postar um poema de Antônio Francisco, cordelista potiguar que ocupa a cadeira de Patativa do Assaré na Academia Brasileira de Literatura de Cordel e de quem tenho dois livros autografados, mas o livro que contém o tal poema ficou no interior. Depois eu mostro para vocês.

Zila Mamede foi uma grande poetisa, também potiguar (da mesma cidade que eu), e foi homenageada pela 
Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 1985 ao ter seu nome dado à Biblioteca Central.

segunda-feira, 14 de março de 2011

14 de março

O Carnaval passou para mim como um feriado sem significado, apenas um punhado de dias sem aulas que me possibilitaram ir para casa. Não saí, não dancei, nem pulei, nem bebi, nem dei a piriquita.
Eu acho muito bonito ver a alegria das pessoas, mas essa festa não me alegra.
Ao tomarmos o carnaval como sinônimo de alegria, desprendimento e liberdade, eu não consigo associá-lo ao feriado do carnaval, mas sim ao dia 14 de março.
Não é meu aniversário, é melhor que isso. 14 de março é o dia da poesia. Poucos sabem, menos ainda lembram e quase ninguém dá importância.
Entretanto, esse ano não tive meu Carnaval. Fiquei presa em Natal e, como ainda não sei me virar tão bem por aqui (e sou medrosa pra cacete) não tive um dia de poesia.
Não ouvi declamações, performances poéticas, não vi um dos meus poetas preferidos. Chorei por isso.
Ok, eu estou naqueles dias e isso me torna mais sensível, mas eu amo poesia.
Como o poeta WJG costuma dizer, ler é como comer, dormir, tomar banho, escovar os dentes. A gente precisa fazer. E ler poesia é uma de minhas necessidades. Não me basta ler um livro qualquer, além disso preciso de versos, estrofes, rimas. Mesmo em prosa, precisa ter poesia.
Leio poemas ao menos uma vez por semana, ouço música quase que diariamente e não sei como há pessoas que conseguem viver sem isso. Não julgo, pois sequer sou capaz de imaginar como seria viver sem poesia.

Hoje, 14 de março, é dia da Poesia! Leiam, gritem, cantem, vivam poesia. *o*

A @#$%* da chave.

Aqui em Natal eu moro em uma espécie de pensionato. É uma casa cujos quartos são alugados preferencialmente para estudantes moças. No aluguel estão inclusos água, luz, internet e gás, já que a comida é preparada por nós mesmos.
Aos finais de semana, algum familiar vem me buscar para ficar em sua casa até a segunda pela manhã, e assim aconteceu na ultima sexta-feira. Eu cheguei da faculdade, fiz um lanche, tomei banho, arrumei minha trouxa e esperei tia S. vir me buscar. Mas algo inesperado me aguardava neste fim de semana, ao fechar a porta, peguei, por engano, a chave da dona da casa e não percebi o erro em momento algum. Ontem à noite, me liga a mulher perguntando se eu estou com a chave dela e eu respondo:
- Não, dona M. Eu só usei a minha mesmo.
Respondi de imediato, com total segurança, sem sequer cogitar dar uma olhada na bolsa.
Hoje pela manhã, ao arrumar minha trouxinha para voltar à casa de dona M. Percebo um chaveiro diferente. Puta que pariu! Eu estava com a chave da mulher o tempo inteiro e nem percebi.
Sei que foi um erro bastante humano e que não fez tanto mal a ninguém, mas eu odeio ser irresponsável. O que me custava ter dado uma olhada na bolsa quando dona M perguntou? Assim teria evitado que ela ficasse toda embolotada de preocupação. Me senti muito mal por isso, ainda mais porque ela sempre elogiou minha organização (e minha comida).
Ninguém gosta de errar, mas cometer erros bobos parece ainda mais frustrante.
Ao menos sei que tomarei mais cuidado com as chaves daqui por diante.

No mais, o final de semana foi bem tranquilo. Gosto muito de ir para a casa de tia S. As meninas são engraçadas, tem internet e uma cama confortável.
Próxima sexta-feira irei para minha casinha no interior. *-* Para essa festa.