ONDE
Entre a ânsia
e a distância
onde me ocultar?
Entre o medo
e o multiapego
onde me atirar?
Entre a querência
e a clarausência
onde me morrer?
Entre a razão
e tal paixão
onde me cumprir?
Zila Mamede
Eu ia postar um poema de Antônio Francisco, cordelista potiguar que ocupa a cadeira de Patativa do Assaré na Academia Brasileira de Literatura de Cordel e de quem tenho dois livros autografados, mas o livro que contém o tal poema ficou no interior. Depois eu mostro para vocês.
Zila Mamede foi uma grande poetisa, também potiguar (da mesma cidade que eu), e foi homenageada pela
Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 1985 ao ter seu nome dado à Biblioteca Central.
Oi querida, desculpe a ausência, mas é que a vida anda corrida ultimamente.
ResponderExcluirEntão, foi bom vir aqui e ler um pouquinho de poesia. pois minha vida anda muito carente disso ultimamente....
Beijo grande viu! ^.~
Obrigada por me visitar, Olívia! *-*
ResponderExcluirEstou começando a entender esse negócio de vida corrida, haha.
;**
Bonito, mas confesso não ter "cultura" para entender poemas como esse...
ResponderExcluirfico feliz que você lebre de autores muitas vezes esquiecidos...Gosto do seu jeito culto.
Bjs,
Duh
Eu tenho uma professora poetisa que já ganhou vários prêmios estaduais, mas eu não entendo muito os poemas dela... Tem um que eu já tentei tanto entender que até decorei. É assim:
ResponderExcluirCiclo
Injetaram mel
na minha veia
Mês passado
menstruei formigas.
Como diria Apoena, poesia não se explica. A gente sente e pronto. Se eu não senti, não é poesia para mim.
Obrigada *-*