Essa semana eu assisti a umas palestras bem interessantes sobre empreendedorismo e, apesar de eu não ter um perfil muito empreendedor, alguns pontos me chamaram bastante atenção. Eu preciso me planejar melhor, criar metas de crescimento, desenvolver indicadores e buscar melhorar sempre.
Deve ter gente pensando que a engenharia de produção está me dominando e blá, blá, blá, mas acontece que eu escolhi esse curso justamente para aplicar certas noções de gestão à minha própria vida. Sei que uma coisa parece não ter nada a ver com a outra, mas eu acho totalmente aplicável.
Assim que tiver um tempinho pra sentar e pensar sobre isso, farei todo o planejamento estratégico da minha vida profissional e da minha vida pessoal, no que for possível mexer, claro. Em seguida, farei 5s, matriz SWOT e PDCA. Preciso definir os objetivos e metas da minha vida para o próximo semestre, o próximo ano e o próximo quinquênio. Estou terminando o segundo ano da faculdade e tenho muito mais a aproveitar na minha vida em vários aspectos.
Não falo apenas das experiências que contribuirão para minha carreira, mas também aquelas que marcarão minha vida. Eu preciso tomar um porre, fazer uma viagem louca, burlar algumas regras, sabe? Semana passada, inclusive, usei um banheiro químico pela primeira vez. Foi péssimo, mas valeu a experiência! É disso que eu preciso, sentir que é péssimo ao invés de apenas saber que é.
Chega de mimimi neste blog! "Eu quero é botar meu bloco na rua", porque agora a porra ficou séria! o/
terça-feira, 30 de outubro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
Reflexões
Tenho pensado muito sobre o excesso de cautela que demonstro. Sou muito desconfiada e medrosa, e isso tem me afastado de pessoas que me fazem bem. A cada momento que penso sobre isso, vejo que gosto mais de ti. Quando vi teu FB e senti ciúme das tuas amigas (que eu conheço), falando de ti com tanta propriedade, com tanto carinho, com tanta saudade... Senti um pingo de inveja delas. Não sei até onde vão os teus sentimentos por mim e isso me assusta. É muito difícil amar sozinha e eu não quero me enganar. Vejo que você é um rapaz digno dos melhores sentimentos e até me envergonho um pouco da forma como agi contigo em alguns momentos. Dessa vez eu acho que posso dizer que me arrependo, sem medo de exagerar. Eu sou do tipo de garota que se apaixona sozinha, mas dessa vez quero a tua companhia.
"Adeus anos velho, feliz ano novo!"
Hoje é meu aniversário de 20 anos. Comemorei no melhor estilo: indo a uma festa de halloween numa praça da cidade. Metade de Natal estava lá e, caramba, foi muito divertido. Fiquei feliz quando a "lenda" do meu curso me reconheceu e veio falar comigo. Fiquei feliz quando vi uma amiga e fui falar com ela pra furar a fila do banheiro QUÍMICO! Sim, eu fui a um banheiro químico, pela primeira vez na vida. Ainda prendi meu salto numa fresta daquela nojeira, eca! Fiquei feliz quando vi os caras que acho mais gatinhos do planeta e, principalmente, quando um deles pegou no meu braço com firmeza. Fiquei feliz quando tirei foto com um artista global que eu não reconheci de cara, só porque minhas amigas pediram. Enfim, foi uma comemoração cheia de lembranças bacanas e acontecimentos inusitados.
Cheguei na casa dos 20... Quase me sinto adulta, hahaha!
Cheguei na casa dos 20... Quase me sinto adulta, hahaha!
sábado, 13 de outubro de 2012
Nãofazomenorsentido
Hoje à noite me peguei pensando nos homens pelos quais me interessei ou que demonstraram interesse por mim nos últimos anos. Todos tão diferentes uns dos outros. Só se assemelhavam na inteligência, que eu considero indispensável. Engraçado que parece que eu atraio gente inteligente - normalmente, muito mais inteligente do que eu (o que não é nada difícil) - gente que gosta de ler, de estudar, e que tem tudo pra "vencer na vida", embora muitas vezes nem liguem tanto pra isso.
Pensei também na imagem que passei pra cada um desses rapazes e nas expectativas que criei sobre eles. Confesso que essa parte não me deixa lá tão satisfeita, mas as resoluções que tive contribuíram para o meu amadurecimento. Lembro de como xinguei alguns de filhos da puta, babacas, imaturos, superficiais, idiotas, lerdos e loucos, pelo simples fato de me desapontarem, de não atenderem às expectativas que eu criei e sobre as quais eles não tinham o menor domínio. Lembro de como foi confortável culpá-los pelos meus erros. No fundo, nem considero erros de verdade. Foi mais uma incompatibilidade, um desencontro. Não gosto de pensar que me permitir ter certas esperanças é algum erro, porque, para mim, o erro pressupõe aprendizado, possibilidade de melhoria, amadurecimento. Não acredito que amadurecer seja limitar minha imaginação ou os anseios do meu coração, que crescer seja secar, murchar, me podar tão bruscamente. Sim, bruscamente, pois ainda que dure semanas ou meses, é uma ruptura sem tamanho para a vida de uma pessoa. E, embora acredite no amor mais do que em qualquer outro sentimento, não acredito que uma decepção seja capaz de destruir a crença de que as relações humanas podem ir além do que algumas pessoas teimam e nos fazer crer. Nem uma frustração, nem um milhão delas devem ser capazes disso.
Que dure o tempo de um beijo, de um abraço, de um toque, mas que venha repleto de significado, que não entenda a simplicidade do gesto como pobreza de conteúdo ou importância. Muito pelo contrário! Que permita que esse pouquinho de aproximação física carregue consigo todos os desejos, todas as possibilidades e, quiçá, as impossibilidades também, porque eu acho que pros sentidos não deve haver limite.
Que venham mais expectativas e mais desilusões. Que eu possa me fortalecer com cada uma delas para nunca, jamais, amargar.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Telefone, pra quê?
É o seguinte: ficamos, foi bom. Não teve magia, mas foi bom, oras. Não foi ótimo, mas foi bom. Nota 7... 7,5. Pelo que me falaram (sem que eu perguntasse, claro), o cara gostou de mim, queria muito me ver de novo, mas não tinha meu número, porque eu não dei. Ele pediu em vários momento, mas eu não dei, porque sabia que ele não ligaria e essa foi a resposta que dei pra ele. Acontece que minha amiga me falou que ele pediu o número e ela deu. Antes tivesse dado e não tivesse me falado nada. Agora, criei todas as expectativas que tentei evitar não dando a porcaria do número. Na próxima madrugada faz uma semana que nos conhecemos e faltarão apenas três dias para ele voltar pra Recife, os mesmos três dias que eu passarei na minha cidade para votar e ver minha família. Ou seja, se ele não ligar amanhã, terá perdido a chance de vez. Eu gostaria de ser conquistada. Não necessariamente por ele, mas é aquela coisa, eu tava na minha e ele veio me perturbar...
No outro post eu falei que ele não foi muito convincente no discurso, mas não expliquei direito o porquê. O cara passou um bom tempo dizendo que era um bom moço, que merecia ao menos um beijinho, como se os meus carinhos fossem um prêmio pelo esforço dele, pelo tempo gasto comigo, pela cansativa caminhada e sei lá mais pelo quê. Uma dica, amigos: não é assim que e faz! Não comigo.
Primeiro que eu não me vejo em posição de ser considerada um prêmio para quem quer que seja. Segundo que esse mesmo esforço, esse mesmo tempo, essa mesma energia poderiam ter sido gastos com qualquer outra mulher que estava lá. O que eu gostaria de ter ouvido é o motivo de EU ter sido escolhida. Pode até ter alguma coisa de ego no que estou falando, mas que seja. A questão é que eu gosto da cantada personalizada. Eu não sou igual a todas as outras para ser tradada como todas as outras. Acho até que a maioria das mulheres também pensa assim. Todo mundo gosta de se sentir especial por algum motivo, de se sentir desejado por outros motivos, além dos físicos/estéticos. Sei que ele não me conhecia muito bem, mas o que despertou o interesse dele? Não há resposta pronta para uma pergunta como essa.
Parece que minha vida tem se resumido a esses romances bobinhos. Dizem por aí que estou um pouco distante. Será?! Preciso refletir sobre a minha vida, dar atenção a assuntos dos quais tenho fugido. Catucar fundo cada probleminha, analisar e ver o que dá pra fazer. Usar 5S na minha vida.
No outro post eu falei que ele não foi muito convincente no discurso, mas não expliquei direito o porquê. O cara passou um bom tempo dizendo que era um bom moço, que merecia ao menos um beijinho, como se os meus carinhos fossem um prêmio pelo esforço dele, pelo tempo gasto comigo, pela cansativa caminhada e sei lá mais pelo quê. Uma dica, amigos: não é assim que e faz! Não comigo.
Primeiro que eu não me vejo em posição de ser considerada um prêmio para quem quer que seja. Segundo que esse mesmo esforço, esse mesmo tempo, essa mesma energia poderiam ter sido gastos com qualquer outra mulher que estava lá. O que eu gostaria de ter ouvido é o motivo de EU ter sido escolhida. Pode até ter alguma coisa de ego no que estou falando, mas que seja. A questão é que eu gosto da cantada personalizada. Eu não sou igual a todas as outras para ser tradada como todas as outras. Acho até que a maioria das mulheres também pensa assim. Todo mundo gosta de se sentir especial por algum motivo, de se sentir desejado por outros motivos, além dos físicos/estéticos. Sei que ele não me conhecia muito bem, mas o que despertou o interesse dele? Não há resposta pronta para uma pergunta como essa.
Parece que minha vida tem se resumido a esses romances bobinhos. Dizem por aí que estou um pouco distante. Será?! Preciso refletir sobre a minha vida, dar atenção a assuntos dos quais tenho fugido. Catucar fundo cada probleminha, analisar e ver o que dá pra fazer. Usar 5S na minha vida.
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