Ouvindo "Pomar" com Nando Reis.
A quatro olhos (os meus e os emprestados pelas minhas fragilíssimas lentes de contato) começo a escrever alguma bobagem, apenas para iniciar as postagens e tal. Sabe como é, né? A gente precisa de um começo.
Sentada no chão, sobre almofadas sujinhas, velhinhas e um tanto desconfortáveis, me ponho a beber um certo vinho de marca suspeita (porém de sabor bastante atrativo às mulheres) servido em uma bela taça plástica quebrada, e tento escrever algo engraçado.
Como é a vida, não? O que uma pseudo-escritora-depressiva-semi-analfabeta como eu me sujeito a fazer para agradar minha imensa legião de fãs (vulgo, parcos amigos)...
Vê-se que minha inspiração somada à minha criatividade resultam em algo muito semelhante a coisa alguma. Sendo esse nada caracterizado, principalmente, pela ausência de um vocabulário amplo e pela famosa encheção de linguiça.
Depois de um dia cansativo (mentalmente, claro) é pedir muito que eu prossiga com o texto até que chegue a um final minimamente coerente. Sendo assim, paro por aqui, até para não destoar do início igualmente sem sentido.
Hasta luego!
Ehehe primeironaaaa...
ResponderExcluirParabéns Ligia, adorei e to vendo q vc tem talentoO, vou ta sempre por aki vendo seus pontos e contos...beijos