sexta-feira, 9 de julho de 2010

Ainda ouvindo Cordel

Não sei se é mais uma de tantas fases pelas quais passei. Não sei se é a idade. Não sei de nada. É isso, não sei de nada. Não sei o porquê da minha indignação enquanto para a maioria tudo é tão normal, tão banal, tão cotidiano.
Se é assim, por que somos seres pensantes? Se não devemos questionar e transformar, por que não nascemos como os outros animais? Por que então não nascemos como simples perpetuadores da espécie? Por que nos transformarmos em robôs, em máquinas de seguir regras que não foram criadas por nós e com as quais nem concordamos?
Não quero ser máquina, quero ser bicho e bicho inteligente.

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