Aí, a gente ficou e tal. Foi bom. Impossível não comparar com J. O beijo do pernambucano, isoladamente, foi melhor, mas J. tem mais jeito com as mulheres, mais experiência e sabe otimizar seus atributos pessoais. Depois eu subi pro meu apartamento, conversei com a minha colega e quando cheguei no banheiro, me surpreendi. Ele tinha dado um chupão daqueles no meu pescoço! Gente, isso não se faz! Nunca! É horrível! A mulher volta pra casa parecendo que foi estuprada, pelamordeDeus! Uma roçadinha de barba tem efeitos muito melhores sobre uma mulher do que qualquer chupão.
Fiquei puta de raiva! Ainda bem que adotei a política de uma amiga de não dar o telefone, já que eles não ligam mesmo. Afinal, se ele quiser entrar em contato, tem como conseguir.
Oi liginha, eu tbm sou cheia de contradições no meu discurso. Faz parte do nosso show! =)
ResponderExcluirEntão, que musica é essa que NEM EU CONHEÇO???? A gente conversa tanto e nunca soube que você tem uma música. Mas se você quer saber, isso tem um efeito sim, porque uma vez eu me apaixonei perdidamente por um amigo porque ele me ligou para tocar na guitarra a minha música e dedicar aquele momento a mim!!!!
Por fim, o chupão pega mal mesmo. Faz parecer que a noite foi violenta. Sem contar o caráter simbólico da coisa, como se o cara quisesse deixar a marca dele em você, para todos verem que foi ele quem fez aquilo.
Um beijo e tipo, eu acho que a experiência só serviu para reafirmar seus valores. Porque eu sou assim, toda vez que cedo e me dou mal, eu fico ainda mais firme no que acreditava.
Affeeee... eu ficaria verde de raiva se carregasse um no pescoço. Acho que nunca me aconteceu e acredito nunca, nem num momento de mais pura euforia, ter feito isso a alguém.
ResponderExcluirMas, como você mesma disse, a interpretação de um numa mulher não é a das melhores.
Um beijo, Liu.
Minha música é essa aqui: http://letras.mus.br/tom-jobim/49047/
ResponderExcluirA sociedade é muito hipócrita; não vejo nada demais em um chupão, apesar de ter bastante desaprovação as mulheres de um modo geral por causa disso. O que tem de mais? Existem modos de aproximação sexual mais intimos e no entanto que não deixam marcas, sendo assim, que não são desaprovados. Tudo está na aparencia como sempre.
ResponderExcluirE quanto a sabe otimizar seus atributos pessoais, parecia que estava falando de alguma marca nova no mercado. O que outra vez não tem nada demais; porque acredito que relacionamentos em quase todos os casos começam com uma analise fria do ser desejado. =/
Pensar demais enlouquece, maldita mania.
Nicolas, seu comentário me fez refletir bastante sobre essa questão do chupão. Você disse: "Existem modos de aproximação sexual mais intimos e no entanto que não deixam marcas, sendo assim, que não são desaprovados. Tudo está na aparencia como sempre." De fato, a aparência importa, mas não apenas por uma questão de pudores e valores da sociedade. Claro que esses aspectos são relevantes, porque não podemos simplesmente desconsiderar a impressão que causamos às pessoas e, querendo ou não, eu preciso passar uma imagem profissional quando estou no ambiente profissional. Hoje é segunda-feira, eu tive reuniões e aulas na universidade. Se alguém tivesse percebido, seria constrangedor por vários motivos.
ResponderExcluirAgora, o que mais me incomoda com relação a ser "marcada" por um homem é o simbolismo que está associado ao ato, como Olívia bem apontou. Uma marca roxa no pescoço de uma mulher desperta a imaginação das pessoas e passa uma ideia de violência, submissão, além de exporem a minha intimidade. Eu me considero uma pessoa bastante discreta, principalmente no tocante à minha vida pessoal e não quero sair mostrando por aí o "saldo" do meu fim de semana. Não gosto de dar margem a especulações sobre o que eu faço na minha intimidade.
Quanto às palavras que eu usei para me referir ao rapaz, admito que foram um tanto frias mesmo. Acontece que esse rapaz passou a noite inteira tentando me convencer a lhe dar um beijo ao invés de tentar me conquistar. Há muito que eu comento aqui no blog a minha abominação por certos métodos empregados nas relações homem X mulher. A ideia de beijar alguém só para satisfazer uma necessidade biológica, por assim dizer, não me satisfaz e, portanto, é algo que procuro evitar. Contudo, do alto dos meus 19 anos, eu acho que tenho muito o que experimentar na vida e como naquele caso não tinha outros motivos que me convencessem a não ceder, eu cedi. Mas, apesar de não ter me arrependido, não posso dizer que tenha existido encanto, magia. Ao usar as palavras que usei, eu só tratei a situação com o significado que ela teve para mim. Além do mais, como estudante de engenharia de produção eu tenho uma certa tendência a empregar cerca frieza no meu discurso.
Enfim, se eu tivesse me encantado com o cara, não seria o chupão nem a falta de tato que me impediriam de sentir algo por ele e falar sobre a situação de maneira mais poética, mais leve.
Obrigada pelo comentário!
Escrevi quase outra postagem. '-'
ResponderExcluirDeveras, um post dentro do post. Concordo parcialmente com voce, coloquei ressalvas sobre a desaprovaçao geral da mulher, e não estou dizendo que não é valido recusar esses tipos de atitudes vindas de homens, pois todos nos sabemos que a sociedade há muito tempo é pautada pela aparencia que tem suas bases em uma moral pudica e machista.
ResponderExcluirMas que é assimétrico que um chupao cause tamanha desaprovação em relação a outras aproximações sexuais secundárias, isso é fato.
Quanto ao jeito frio, acredito que ele exista de forma parcial em todo ser humano; quando a relação chega a um nivel mais profundo, ele tende a se reelaborar em um contexto mais afetivo, se a relação for além de meros interesses físicos.
Mas como você disse, existe muito que conhecer; e minha visão de forma alguma restringe as interpretações sobre as relações humanas.
Eu gosto de repensar costumes, o que muitas vezes acarreta em destruir uma grande quantidade de conceitos que eu carregava sem refletir, muitas coisas passam por nós sem a devida reflexão.
E como de costume a falta de acentos, desde que sai do cursinho a gramatica me persegue.
ResponderExcluirE engenharia da produção é um curso que forma administradores com uma base elevada em matemática e processos de um modo geral. Coitados dos tradicionais administradores =)
Quais "aproximações sexuais secundárias" você usaria como exemplo para este caso? Não consigo pensar em nenhuma, agora. Fiquei curiosa.
ExcluirConheço alguns engenheiros de produção que te matariam se lessem o que você escreveu sobre eles. De qualquer modo, o que quis dizer é que acabo tendo uma visão um pouco mecanicista, pragmática demais, que tornam a fala mais fria.
Menina, é a primeira vez que venho ao seu blogger, e nossa, AMEI.
ResponderExcluirQuanto ao seu post,concordo com você em TUDO.Não é nem pelo ato, mas sim pela marca.Acho que o que se passa à dois, tem ficar à dois.Não existe necessidade de ninguém ficar sabendo o que você faz ou deixa de fazer com seu "parceiro".É muito feio e chega à ser vulgar.Nós mulheres já somos vítimas de julgamentos e preconceitos, imagine você chegando em um ambiente de trabalho com um chupão no pescoço? Nego além de ficar de deboche, ainda vai te julgar como "uma qualquer".Não é legal.
bjs
Obrigada! (:
ExcluirAcho engraçado que alguns deles gostam de deixar marcas, mas se me vissem marcada por outra pessoa, não quereriam nada comigo.
Aproximações sexuais secundárias para mim são qualquer tipo de intimidade que seja totalmente/parcialmente motivada por desejos sexuais, a exemplo do beijo.
ResponderExcluirMesmo o beijo na boca mais ingênuo tem motivações sexuais, se não for um exemplo de amizade em algumas culturas, ou em algumas situações, como mulheres que gostam de beijar os amigos.
O beijo parte de um desejo sexual, mesmo que inconsciente, de ter alguma relação mais íntima com a pessoa desejada. O chupão é uma aproximação sexual bem mais explícita, o que acaba gerando as vezes muitas repreensões a mulher que o recebeu, pois nossa cultura valoriza o recatamento quanto as relações sexuais, mesmo que as mesmas não estejam interferindo com a vida de ninguém. É uma conduta moral de nossa sociedade.
Entendi. Mas acho que o problema do chupão é, de fato, a marca e não a motivação. O mesmo acontece com mordidas e arranhões. A marca deixada extrapola o desejo e as motivações do momento.
ExcluirConcordo com o que você disse sobre a nossa cultura. Como Olívia disse algumas vezes, nós não temos nada de modernas, é tudo discurso. Mas faz parte do nosso show, hahahah.
Eu entendi o Nicolas, mas ele se perde no discurso. O que você escreveu nada tem a ver com as motivações ou o seu sentimento pelo cara, mas por deixar uma marca visível em seu rosto, onde todo mundo que te olhar vai perceber.
ResponderExcluirÉ feio, causa má impressão e constragimentos. Ainda mais em ambiente de trabalho. As pessoas não gostam de ter sua intimidade exposta ou como motivo de burburinhos e especulações. Pronto! Acabou!
Um beijo, amassos e até mesmo o sexo não deixa qualquer marca ou sinal após o ato. As pessoas só vão saber se você contar! Já um chupão, não! As pessoas sabem o que é um chupão, sabem como ele é feito e ele tem forte conotação sexual, de algo mais violento. Quem ver vai tirar conclusões sobre isso ainda que não saiba como ele foi feito.
É feio e a maioria das meninas não gostam.
E bato firme na tecla de que esse papo de mulher liberada e modernosa é mero discurso. Nós ainda nos sentimos pressionadas por valores antigos.
Fernandinha, a liginha é sensacional. É o meu orgulho!
Beijos liginha e no Nicolas.