s.f. Os alimentos; o que pode ser usado para alimentar, nutrir: alimentação saudável.
Sustento; abastecimento das substâncias imprescindíveis à manutenção da vida.
P.ext. Ação de providenciar o necessário para que algo se desenvolva ou funcione: alimentação de um motor.
P.ext. Processo ou mecanismo que fornece combustível ao motor.
Eletricidade. Fonte de alimentação; força eletromotriz que, num circuito, produz a tensão ou a corrente.
(Etm. alimentar + ção)
FONTE: http://www.dicio.com.br/alimentacao/
Alimentação, por definição, é aquilo que ingerimos para que o nosso corpo possa funcionar. É um conceito simples e até bastante óbvio, contudo, há muito tempo perdemos esta noção. Palavras como pornfood, gordices, baganas são comuns no nosso vocabulário. Hoje em dia é muito mais fácil - e algumas vezes barato também - encontrar alimentos que nutrem pouco e trazem diversos males à saúde, do que alimentos verdadeiramente nutritivos. Para citar um exemplo, vi uma caixa de umbu ser vendida a 65 reais e um buquê de couve-flor a 23. Enquanto isso, alimentos ultra-processados podem custar menos de 5 reais em redes de fast-food e supermercados. Por mais que eu goste bastante de muitas dessas porcarias, tenho ficado cada vez mais incomodada com este cenário. A medicina também mostra como essa relação super errada que desenvolvemos com a comida incomoda o nosso corpo, como a forma que somos impelidos a nos alimentar está nos matando aos poucos.
O meu corpo já me mostrou que eu não posso mais consumir alimentos com lactose e isso acabou me fazendo tomar decisões mais saudáveis na hora de me alimentar, pois, ao mesmo tempo que deixei de consumir diversos queijos, molhos e bebidas a base de leite, deixei de consumir o que eu costumava ingerir para acompanhar os produtos lacteos, como massas no geral (macarrão, pães, pizza) e também arroz branco. Ou melhor, eu não deixei de consumir ainda, estou deixando aos poucos e tem acontecido de forma bastante natural. Hoje fui ao shopping e ao invés de comer um mc cheddar que eu adoro, comi um pratão de alface, tomate, couve, brócolis, legumes refogados e macarrão de cenoura, junto com um peixinho grelhado delicioso (um peixe bem temperado e cozido no ponto certo vence fácil qualquer carne, principalmente se for pra comer junto com legumes), o único “pecado“ foi o camarão com catupiry (afinal, eu estava no Camarões e não tinha uma opção sem lactose do bichinho). Fiquei muito satisfeita com a refeição, em todos os sentidos. No supermercado, também evitei carnes processadas, arroz branco, salgadinhos, bolachas e até os doces.
Ultimamente, quando penso em certas comidas, me sinto um pouco enjoada. Me vejo cada vez mais atraída por alimentos mais frescos e naturais. Os doces, porém, continuam sendo um problema. Sou assumidamente dependente de açúcar e quero mudar essa situação, mas aos poucos, porque qualquer dieta muito radical neste aspecto se mostrou ineficaz.
Vou mudar de nutricionista e espero conseguir montar uma dieta melhor e que se adapte bem a minha rotina.
respondendo sua pergunta: não vou mais tomar café da manhã, apenas beber o café, porque prefiro jantar mais tarde e não consigo comer logo que levanto...coisas de quem tem refluxo :)
ResponderExcluirlivrar-se dos lácteos é uma excelente medida para se ver livre de muitos problemas digestivos mas também respiratórios, é impressionante como os lácteos aumentam nossa produção de muco e as alergias várias (pelo menos no meu caso)!
a lactose em si pode ser um problema, mas tem outro ainda que é a caseína A1, a proteína presente nos derivados de leite de vaca e que também fazem mal a muita gente (e por isso acabam não se beneficiando em nada dos produtos "lacfree") - talvez esse seja seu caso.
dá uma olhadinha nesse texto em especial e nesse blogue todo, muito interessante e informativo:
http://www.lowcarb-paleo.com.br/2015/02/laticinios-low-carb-versus-paleo.html
beijos