"Quando uma porta se fecha, uma janela se abre."
Eu me apeguei, amei, confiei, senti tudo, e não foi em vão. Me desapontei, chorei, sofri, afundei e também não foi em vão. Eu cresci, ainda que não tenha sido um crescimento perceptível a todos os olhares. Eu vivi o amor e tudo que vem junto com ele, tudo de bom e tudo de ruim, tudo que um ser humano pode sentir enquanto ama alguém, tanto nos momentos de reciprocidade, quanto nos momentos de indiferença. Tudo isso valeu a pena porque eu aprendi a confiar mais em mim, no que sinto, no que penso. Aprendi a não me deixar levar pelos sentimentos ruins e pelas ideias que me eram impostas. Acreditei na minha "bobice", na minha fragilidade, na minha infantilidade, na pessoa que eu me orgulho de ser e não naquela que as outras pessoas poderiam se orgulhar.
Olho pra trás e me sinto abençoada por tudo que senti aqui sozinha, por tudo pelo que fui condenada, porque no fim as contas, eu sempre fui a mais feliz, apenas por acreditar que posso ser. E é nessa crença que deixo as lágrimas escorrerem sobre os sorrisos, que não me permito ser infeliz, simplesmente por acreditar de posso ser diferente. Nesse momento que devo agradecer por toda a proteção que me foi concedida, por toda a sensibilidade que pode ter nos momentos mais oportunos, pela confiança que pude ter em mim, mesmo estando contra o que todos pensavam.
Agora que você voltou, sei que nada será como antes. Tudo aquilo acabou. Aquela amizade acabou, aquelas pessoas mudaram. Tudo é diferente, tudo é novo. Teremos outras descobertas e desafios pela frente. Agora posso entender o nosso "para sempre". A nossa eternidade de almas, não de relações, modos, palavras e tudo mais que seja criação humana. Nós estamos além disso.
Te amo, P.
É vc tá certa quanto ao crescimento e amadurecimento. O que ficam são as boas lembranças.
ResponderExcluirBoa sorte.
Bjs,
Duh